Conforme relatado na carta, o jovem era advertido por levar o cão à escola porque o pai
- A reconhecia, com apreensão, a desfaçatez do filho que, tão logo começou a andar com o animal, parou irresponsavelmente de assistir às aulas.
- B desconfiava do mau comportamento do filho, que provavelmente se valia do animal para aproximar-se das garotas estudantes do Instituto.
- C entrevia a possibilidade de as pessoas fazerem comparações embaraçosas do comportamento do filho com o de tempos antigos.
- D suspeitava das más intenções do filho, que objetivava tornar-se mais popular no Instituto, já que pertencia a uma família de senhores coloniais.
- E temia pela segurança do filho e das garotas que, junto a este, faziam longas festas com o animal que, por algum incômodo, poderia ficar violento.