TEXTO 4
“Aquele foi o melhor dos tempos, foi o pior dos tempos; aquela foi a idade da sabedoria, foi a idade da insensatez; foi a época da crença, foi a época da descrença; foi a estação da Luz, a estação das Trevas; a primavera da esperança, o inverno do desespero; tínhamos tudo diante de nós, não tínhamos nada diante de nós; íamos todos direto para o Paraíso, todos íamos no sentido contrário – em suma, o período era em tal medida semelhante ao presente que algumas de suas mais ruidosas autoridades insistiram em seu recebimento, para o bem ou para o mal, apenas no grau superlativo de comparação”.
DICKENS, Charles. Um conto de duas cidades. Tradução de Sandra Luzia Couto. São Paulo: Editora Nova Cultural, 2002, p. 15.
Ao final do Texto 4, o autor explica que “o período era em tal medida semelhante ao presente que algumas de suas mais ruidosas autoridades insistiram em seu recebimento, para o bem ou para o mal, apenas no grau superlativo de comparação”. Com base nas definições gramaticais de graus comparativos e superlativos dos adjetivos, assinale a alternativa que contém a classificação correta do grau do adjetivo.
- A “Dos filhos de meu pai, eu sou o mais velho” – grau comparativo de superioridade.
- B “Eloísa, quando sorri, é mais simpática do que Fernanda” – grau superlativo de superioridade.
- C “Estudar português é tão importante quanto estudar matemática” – grau comparativo de superioridade.
- D “Aquela época era a melhor para namorar” – grau superlativo relativo de superioridade.
- E “O teste de seleção na empresa foi facílimo” – grau superlativo absoluto analítico.