Durante o planejamento de uma unidade de voleibol para uma turma do Ensino Fundamental, um professor se depara com o desafio de garantir a participação plena e significativa de um aluno cadeirante. Para além de simplesmente inserir o aluno no espaço da aula, o docente precisa recorrer a estratégias de adaptação curricular que modifiquem a atividade de forma a torná-la acessível e desafiadora para todos, sem descaracterizar os objetivos centrais da modalidade. Com base nos princípios da educação física inclusiva, assinale a alternativa que descreve uma estratégia de adaptação adequada e eficaz.
- A Modificar a estrutura do jogo para todos os participantes, como instituir a regra do voleibol sentado ou reduzir a altura da rede, criando um ambiente em que a participação do aluno cadeirante ocorra de forma equitativa e integrada à dinâmica coletiva.
- B Atribuir ao aluno cadeirante uma função periférica e não motora durante o jogo, como a de marcador de pontos ou juiz, garantindo sua presença na aula, mas isentando-o da prática corporal para não comprometer o ritmo dos demais colegas.
- C Manter as regras e a estrutura do voleibol oficial inalteradas para o restante da turma, permitindo apenas que o aluno cadeirante possa realizar o saque de uma posição mais próxima da rede, sem adaptar as regras de movimentação e defesa do time.
- D Propor ao aluno cadeirante uma atividade separada e individual, como arremessar a bola contra a parede, enquanto o restante da turma joga voleibol, para que ele possa desenvolver habilidades específicas de forma segura e focada na sua condição.