Questões de Currículo (Teoria e Prática) (Pedagogia)

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Ivani Fazenda (2008, p. 21) afirma que "o conceito de interdisciplinaridade (...) encontra-se diretamente ligado ao conceito de disciplina, onde a interpenetração ocorre sem a destruição básica às ciências conferidos. Não se pode de forma alguma negar a evolução do conhecimento ignorando sua história". Compreendida assim, a Interdisciplinaridade:
  • A Promove a articulação entre as disciplinas, com a manutenção dos objetivos específicos de cada um, em oposição à visão fragmentada do conhecimento.
  • B Possibilita o não reconhecimento de outras disciplinas.
  • C Contribui para a fragmentação das disciplinas.
  • D Promove a articulação das práticas exclusivamente conservadoras, com a manutenção do fazer individual, negando à visão do todo.
  • E Promove a separação das disciplinas, mantém a manutenção da visão fragmentada do conhecimento.
No livro Documentos de identidade; uma introdução às teorias do currículo (1999), Tomaz Tadeu da Silva, afirma que a partir das teorizações críticas de base marxista, a questão da desigualdade - tomada como fenômeno vinculado à injustiça - se estabeleceu nesse campo de discussão. A preocupação em compreender, na perspectiva de transformar, os contextos através dos quais a escola atuava de forma discriminatória em relação às classes trabalhadoras mobilizou a produção de autores das denominadas teorias críticas, como Bordieu, Passeron, Michel Apple, Paulo Freire, por exemplo, e de correntes de pensamento como a Nova Sociologia da Educação.
Com as teorias críticas aprendemos que o currículo é:
  • A Um espaço de poder.
  • B Um espaço exclusivamente técnico.
  • C Um espaço obrigatoriamente de repetição.
  • D Um espaço por excelencia dos saberes clássicos.
  • E Um espaço unicamente para os saberes estabelecidos pelos documentos legais.
No livro Documentos de identidade; uma introdução às teorias do currículo (1999), Tomaz Tadeu da Silva, afirma que a partir das teorizações críticas de base marxista, a questão da desigualdade - tomada como fenômeno vinculado à injustiça - se estabeleceu nesse campo de discussão. A preocupação em compreender, na perspectiva de transformar, os contextos através dos quais a escola atuava de forma discriminatória em relação às classes trabalhadoras mobilizou a produção de autores das denominadas teorias críticas, como Bordieu, Passeron, Michel Apple, Paulo Freire, por exemplo, e de correntes de pensamento como a Nova Sociologia da Educação.
Com as teorias críticas aprendemos que o currículo é:
  • A Um espaço de poder.
  • B Um espaço exclusivamente técnico.
  • C Um espaço obrigatoriamente de repetição.
  • D Um espaço por excelencia dos saberes clássicos.
  • E Um espaço unicamente para os saberes estabelecidos pelos documentos legais.
No livro Documentos de identidade; uma introdução às teorias do currículo (1999), Tomaz Tadeu da Silva, afirma que a partir das teorizações críticas de base marxista, a questão da desigualdade - tomada como fenômeno vinculado à injustiça - se estabeleceu nesse campo de discussão. A preocupação em compreender, na perspectiva de transformar, os contextos através dos quais a escola atuava de forma discriminatória em relação às classes trabalhadoras mobilizou a produção de autores das denominadas teorias críticas, como Bordieu, Passeron, Michel Apple, Paulo Freire, por exemplo, e de correntes de pensamento como a Nova Sociologia da Educação.
Com as teorias críticas aprendemos que o currículo é:
  • A Um espaço de poder.
  • B Um espaço exclusivamente técnico.
  • C Um espaço obrigatoriamente de repetição.
  • D Um espaço por excelencia dos saberes clássicos.
  • E Um espaço unicamente para os saberes estabelecidos pelos documentos legais.
No livro Documentos de identidade; uma introdução às teorias do currículo (1999), Tomaz Tadeu da Silva, afirma que a partir das teorizações críticas de base marxista, a questão da desigualdade - tomada como fenômeno vinculado à injustiça - se estabeleceu nesse campo de discussão. A preocupação em compreender, na perspectiva de transformar, os contextos através dos quais a escola atuava de forma discriminatória em relação às classes trabalhadoras mobilizou a produção de autores das denominadas teorias críticas, como Bordieu, Passeron, Michel Apple, Paulo Freire, por exemplo, e de correntes de pensamento como a Nova Sociologia da Educação.
Com as teorias críticas aprendemos que o currículo é:
  • A Um espaço de poder.
  • B Um espaço exclusivamente técnico.
  • C Um espaço obrigatoriamente de repetição.
  • D Um espaço por excelencia dos saberes clássicos.
  • E Um espaço unicamente para os saberes estabelecidos pelos documentos legais.