Questões da Prova do TRF - 4ª REGIÃO - Analista Judiciário - Análise de Sistemas de Informação (FCC - 2019) Página 1

O autor

  • A exalta a nobreza da poesia ao compará-la, de forma inusitada, à altivez de um cavalo.
  • B lamenta que a perda da memória dificulte a concretização de poemas inéditos.
  • C enaltece professores que estimulam os alunos a entrevistá-lo com ideias predefinidas sobre o fazer poético.
  • D assinala a tendência da poesia moderna de privilegiar as associações de imagens.
  • E defende a ideia de que, seguidas as diretrizes corretas, todos podem fazer poesia.

Depreende-se corretamente do contexto:

  • A No segmento tudo isso eu deito abaixo, até ficar o essencial (3° parágrafo), o elemento sublinhado assinala o limite do processo expresso na oração principal.
  • B O segmento mas que eram puro enfeite confirma a ideia de que um poema não é um teorema (3° parágrafo).
  • C No segmento Não lhes oponho trancas nem barreiras, o pronome sublinhado refere-se a “ocasiões mais insólitas”. (3° parágrafo)
  • D Ambos os elementos sublinhados nos segmentos Como vês, para isso é preciso uma luta constante // como aos dezessete anos (4° parágrafo) assinalam noção de conformidade.
  • E O segmento tanto mais belo é quanto mais parecido for com um cavalo (4° parágrafo) assinala noção de finalidade.

No contexto, o termo sublinhado pode ser corretamente substituído pelo que se encontra entre parênteses na seguinte frase:

  • A Vem logo o trabalho de corte, pois (quando) noto o que estava demais. (3°parágrafo)
  • B Embora, eu que o diga, seja tão difícil ser assim (logo) autêntico. (1° parágrafo)
  • C A poesia é destas coisas que a gente faz mas não diz (assimila). (2° parágrafo)
  • D Por (Conquanto) não ter nada de mais nem nada de menos... (4° parágrafo)
  • E Sinto-me capaz de fazer um poema tão bom ou tão ruinzinho (precário)... (4° parágrafo)

Depreende-se do 3° parágrafo que, quanto ao fazer poético, o autor valoriza a

  • A crítica social.
  • B cadência rítmica.
  • C supressão do excesso.
  • D exposição das ideias.
  • E idealização utópica.

... o homem, qualquer que seja o meio e a época, só vem a compreender [...] o que é essencialmente humano. (1° parágrafo)


Uma redação alternativa para o segmento acima, em que se mantêm a correção e as relações de sentido, é:

  • A Não importa qual fosse o meio ou a época: só é compreendido pelo homem as coisas essencialmente humanas.
  • B Todo homem, qualquer que sejam os meios e a época, só compreendem o que seria essencialmente humano.
  • C Apenas àquilo que seja essencialmente humano, independente do meio ou da época será passível à compreensão pelo homem.
  • D Ainda que em diferentes meios, e épocas, vêm a ser compreendido pelo homem apenas o que for essencialmente humano.
  • E Seja qual for o meio e a época, o homem acaba por compreender apenas aquilo que é essencialmente humano.