Questões comentadas de Concursos para Tradutor Intérprete de Libras

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No trecho abaixo (2º parágrafo), o “se” é definido como:

É uma das características da juventude, considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são, ou aparentam ser.

  • A Conjunção subordinativa integrante.
  • B Conjunção subordinativa condicional.
  • C Índice de indeterminação do sujeito.
  • D Pronome reflexivo.
  • E Partícula apassivadora.

A respeito da tradução e da interpretação, assinalar a alternativa CORRETA.

  • A Traduzir um texto de uma língua falada para uma língua sinalizada ou vice-versa é traduzir um texto vivo, uma linguagem viva. Acima de tudo, deve haver um conhecimento da língua culta, sem preocupação com a forma coloquial da língua, mesmo que isso não traga fluidez e naturalidade.
  • B Na interpretação, é preciso seguir o preceito da fidelidade, porém nem sempre a interpretação deve ser fiel, pois o intérprete pode alterar a informação para ajudar na compreensão ou por ter opiniões a respeito de algum assunto, a depender do caso.
  • C Para atuar como intérprete, é preciso ter confiabilidade, ou seja, ter sigilo profissional.
  • D O intérprete deve ser imparcial, neutro, e não interferir com opiniões próprias, salvo algumas exceções.
  • E O intérprete não deve ter distância profissional, mas discrição, estabelecendo limites no seu envolvimento durante a atuação.

A expressão “coisíssima nenhuma” é utilizada no texto por Martha Medeiros para:

  • A Dar ênfase ao seu sentimento na tentativa de desbancar a expressão popular sobre a grama do vizinho e o seu significado, com exemplos de situações pessoais e universais.
  • B Rebuscar o texto com vocabulário de cunho formal, pois é uma preocupação recorrente e característica em crônicas.
  • C Reforçar o argumento de que a vida das outras pessoas é um mar de rosas perante à sua própria, contraste este que devemos aceitar.
  • D Trazer entonações suaves para o que tenta argumentar, uma vez que a autora demonstra neutralidade ao longo da crônica.
  • E Demonstrar seu apoio à ideia de que a vida dos outros realmente é melhor que a nossa.

Considerando as informações do texto, assinalar a alternativa INCORRETA.

  • A A autora descreve um sentimento que julga coletivo, relativo a como aproveitamos nossa passagem na vida.
  • B A expressão “a grama do vizinho é mais verde” é usada para demonstrar o contraste mental que fazemos entre nossas situações de vida em relação à dos outros.
  • C Martha Medeiros, ao longo do texto, critica a necessidade de “se aparecer” quando as coisas são positivas, o que impede conexão humana real por meio de nossas faltas.
  • D O relato de sua adolescência é um diferente: ela nunca sentiu sensação similar, o que a impede de compreender o porquê de as pessoas se sentirem assim.
  • E É fácil acharmos que nossas vidas não têm graça quando tudo que nos é apresentado vem da exaltação de estilos de vidas considerados perfeitos.

As crônicas, gênero textual utilizado por Martha Medeiros, têm determinadas características que as definem como tal. Considerando essas características, muito presentes no texto, assinalar a alternativa INCORRETA.

  • A Podem ter teor humorístico como forma de crítica a aspectos de sociedade, política, economia, entre outros.
  • B Dependem muito de contexto, pois são produzidas a partir de determinada visão de mundo pelo autor. Com o tempo, há a possibilidade de elas se tornarem obsoletas.
  • C Geralmente, tratam de acontecimentos corriqueiros, populares, com assuntos que podem se conectar facilmente a grandes audiências.
  • D Podem ser jornalísticas, sendo produzidas para os meios de comunicação e utilizando temas atuais como um convite para reflexão.
  • E São uma narrativa longa, com personagens fantásticos, similar aos contos, de linguagem rebuscada. É necessário, também, evitar o uso da primeira pessoa na narrativa.