Questões de Processos e Fluxos Comunicacionais em RP (Relações Públicas)

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Ao aplicar os ensinamentos obtidos em treinamentos de media training, os dirigentes das organizações tendem a

  • A assumir postura de superioridade e recorrer ao “nada a declarar”, sempre que se sentirem desconfortáveis no trato com os jornalistas.
  • B exigir que os assessores de imprensa atuem junto aos editores dos veículos para “derrubar” matérias e pautas negativas à empresa assessorada.
  • C insistir na leitura prévia das matérias para garantir a divulgação de fatos de interesse da empresa, independentemente de seu apelo jornalístico.
  • D promover a qualificação do fluxo informacional dirigido à sociedade, aprimorar a capacidade institucional de gerenciamento de crises comunicacionais e ampliar a projeção midiática da organização.
  • E manter perfis pessoais e institucionais em redes sociais, priorizando interações espontâneas, não mediadas por planejamento comunicacional estruturado, o que constitui prática suficiente para preservar a legitimidade organizacional, inclusive em cenários de crise.

Em 2018, a Prefeitura do Rio de Janeiro, ciente da importância da comunicação digital em situações de crise, editou o Manual de Boas Práticas e Recomendações em Mídias Digitais, no qual estabelece que, em contextos de crise, os comunicados em mídia digital devem:

  • A prezar pela veracidade, comprovando se os fatos são do interesse de um amplo contingente de pessoas, o que pode aumentar a audiência.
  • B apresentar uma solução, por meio de um mapeamento das menções negativas que, se não respondidas, podem crescer e agravar a crise.
  • C ter agilidade na resposta, preparando uma resposta ao mesmo tempo rápida e precisa, indicando o que a Prefeitura já está fazendo para solucionar o caso.
  • D possuir abrangência, verificando se a situação tem potencial de se tornar viral na internet e se pode assumir proporções incontroláveis.
  • E considerar o poder de propagação, checando se o fato realmente ocorreu e se está relacionado à Prefeitura, para evitar que notícias falsas se espalhem.

Para promover interações mais empáticas, é importante que o interlocutor expresse de forma clara o que espera como resposta, utilizando linguagem positiva e assegurando que a escolha do outro seja livre e sem imposições. Assim sendo, esse cuidado visa evitar ruídos na comunicação e reforçar relações com base na confiança e na colaboração. Com base nessa informação e nos componentes da comunicação não violenta, segundo o método de Marshall Rosenberg, é correto afirmar que o componente apresentado denomina‑se

  • A observação.
  • B sentimento.
  • C empatia.
  • D pedido.
  • E necessidade.

As tecnologias digitais são, sem dúvida, grandes parceiras dos processos de comunicação das organizações e trouxeram diversos ganhos para a comunicação interna. A partir dessa informação e considerando tais ganhos, assinale a opção que apresenta o ganho que ensina que as tecnologias digitais permitem que ideias possam ser compartilhadas, inspirando os projetos da organização e que, além disso, os profissionais poderão ajudar‑se na resolução de problemas de diversos tipos.

  • A criação de canais de comunicação oficial
  • B disseminação de cultura
  • C melhoria no clima organizacional
  • D incentivo ao comportamento colaborativo
  • E otimização de tempo

A elaboração de instrumentos de planejamento para cenários adversos constitui uma etapa crítica da governança organizacional. Tais instrumentos devem garantir capacidade de resposta tempestiva e mitigação de danos reputacionais. Considerando boas práticas de prevenção institucional, assinale a alternativa CORRETA.

  • A A construção de planos de contingência deve ser conduzida exclusivamente pelo setor de comunicação, pois é ele quem traduz tecnicamente os riscos reputacionais da organização.
  • B Os planos de gerenciamento devem priorizar diretrizes amplas e conceituais, sem detalhamento tático, permitindo maior flexibilidade ao gestor durante a crise.
  • C Um plano de gestão de crises consistente deve resultar de um mapeamento intersetorial de processos e riscos, com previsão de atribuições claras, fluxos de comunicação e ações específicas por tipo de evento crítico.
  • D A criação de manuais operacionais é suficiente para orientar a condução de crises, dispensando a necessidade de planos atualizados com a evolução das vulnerabilidades institucionais.