O conceito de “fetichismo da mercadoria”, apresentado na obra O Capital (1867), é um dos mais conhecidos no pensamento de Karl Marx e designa um fenômeno através do qual as mercadorias adquirem a aparência de seres autônomos, dissociadas do trabalho que as originou.
Nesse sentido, o conceito de “fetichismo da mercadoria” associa-se ao conceito, também marxiano, de
- A “fetichismo”, que indica o primeiro estado do desenvolvimento sociocultural dos grupos humanos.
- B “desencantamento do mundo”, o qual expressa desconfianças em relação ao progresso técnico e científico.
- C “alienação”, mediante a qual o trabalhador não se reconhece no produto de seu trabalho.
- D “anomia”, que designa situações de rompimento do equilíbrio entre indivíduos e instituições sociais.