Texto 01
Linha de Frente
(Criolo]
O nó da tua orelha ainda dói em mim
E Cebolinha mandou avisar
Que Quando a "fleguesa” chegar
Muitos pãezinhos há de degustar
Magali faz a cadência da situação
É que essa padaria nunca vendeu pão
E tudo que é de ruim sempre cai pra cá
Tem pouca gente na fronteira, então é só chegar
O dinheiro vem pra confundir o amor
O santo pesado que tá sem andor
Na turma da Mônica do asfalto
Cascão é rei do morro e a chapa esquenta fácil
Quem tá na linha de frente
Não pode amarelar
O sorriso inocente
Das crianças de lá
Nó na orelha, faixa 10.
Disponível em: https://www.letras.mus.br/criolo/1895348/
O idioma está sempre sujeito a variações linguísticas,pois as principais diferenças entre os vários modos de falar e escrever o português são, em sua maioria,facilmente identificáveis e relacionam-se a inúmeros fatores que, geralmente combinados, determinam amaneira individual de expressão dos diferentes falantes. Nesse sentido, podemos considerar, no que se refere ao registro, que a palavra "fleguesia", presente na primeira estrofe da canção:
- A trata-se de um termo escolhido pelo autor para enfatizar a fala de uma criança e, nesse caso, observa-se uma variante situacional.
- B trata-se de um termo escolhido pelo autor para enfatizar a fala de uma criança e, nesse caso, observa-se uma variante geográfica.
- C trata-se de um termo escolhido pelo autor para enfatizar a fala de uma criança e, nesse caso, observa-se uma variante sociocultural.
- D trata-se de um termo escolhido pelo autor para enfatizar a fala de uma criança e, nesse caso, observa-se uma variante diatópica.
- E trata-se de um termo escolhido pelo autor para enfatizar a fala de uma criança e, nesse caso, observa-se uma variante histórica.