Maria, pessoa surda, foi atendida por um médico do Sistema Único de Saúde (SUS) em consulta agendada. A consulta foi acompanhada por um intérprete, previamente solicitado por Maria. Durante a consulta, o médico foi atencioso e manteve contato visual com Maria, dirigindo, primeiramente, seus questionamentos e explicações ao intérprete, quando precisou obter alguma informação com a intenção de facilitar a sua própria compreensão acerca da paciente, bem como nos momentos em que foi necessário transmitir conclusões, orientações ou possíveis procedimentos relacionados à consulta. Em relação ao atendimento descrito, é pertinente afirmar que:
- A A responsabilidade sobre as decisões e escolhas feitas deve recair sobre o intérprete.
- B Tentativas de interação médico-paciente são apreciadas mesmo na presença do intérprete.
- C A solicitação da presença do intérprete confirma que ele deverá ser figura central na consulta.
- D Agindo como se a deficiência não existisse, o ouvinte está evitando tratamento discriminatório.
- E Ao direcionar seus questionamentos para o intérprete, o médico evitou constranger a paciente.