Questões de Código de Conduta e Ética dos Tradutores e Intérpretes de Libras (Libras)

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Em conformidade com o "Código de Ética de Intérpretes de LIBRAS, CAPÍTULO III - Responsabilidade Profissional", marque a alternativa com informação que não está de acordo com nenhum dos seus artigos. (http://www.unifal-mg.edu.br/acessibilidade/codigo-de-etica-interprete)

  • A O intérprete deve considerar os diversos níveis da Língua Brasileira de Sinais bem como de qualquer outra língua estrangeira.
  • B O intérprete jamais deve encorajar pessoas surdas a buscarem decisões legais ou outras em seu favor.
  • C O intérprete deve procurar manter a dignidade, o respeito e a pureza das línguas envolvidas. Ele também deve estar pronto para aprender e aceitar novos sinais, se isso for necessário para o entendimento.
  • D Em casos legais, o intérprete deve informar à autoridade qual o nível de comunicação da pessoa envolvida, informando quando a interpretação literal não é possível e o intérprete, então terá que parafrasear de modo claro o que está sendo dito à pessoa surda e o que ela está dizendo à autoridade.
Em relação ao código de ética, que envolve o profissional tradutor e intérprete de língua de sinais (TILS), marque a alternativa que elencam tais preceitos e que são defendidos por Quadros (2004).
  • A Confiabilidade. Respeito. Discrição. Distância profissional. Fidelidade.
  • B Discrição. Fluência. Distância profissional. Fidelidade. Respeito.
  • C Amizade. Bom senso. Agilidade. Fluência. Distância profissional.
  • D Bom senso. Agilidade. Confiança. Fidelidade. Discrição.
  • E Confiabilidade. Imparcialidade. Discrição. Distância profissional. Fidelidade.
A realidade educacional brasileira demonstra que há muitos surdos estudando em escolas comuns e que se dizem inclusivas pelo fato de se ter a presença de tradutores/intérpretes de língua de sinais (TILS) em salas de aula. No que diz respeito à conduta desse profissional na escola, marque a alternativa correta: 
  • A O professor ouvinte deve ensinar os conteúdos aos alunos ouvintes e o TILS deve ensinar aos surdos.
  • B Nos Conselhos de Classe, a opinião do TILS, em relação ao aluno surdo, sempre deve prevalecer, uma vez que ele é o professor e responsável por este aluno.
  • C Quando o TILS não conseguir encontrar um sinal relacionado ao conteúdo que está interpretando, ele pode criar os sinais e depois difundi-los na comunidade surda.
  • D O ideal é que professor e TILS discutam sobre os conteúdos, estratégias e avaliações direcionadas aos alunos surdos.
  • E Uma vez que o TILS já apresenta fluência na Libras, não se torna mais necessário o seu envolvimento com a comunidade surda, apenas com a escolaridade dos surdos.

Para Santos (2017), um dos mecanismos criados para dar um norte à prática do Tradutor e Intérprete de Libras é o Código de Ética, que é um documento com o objetivo de pautar os princípios e as normas de condutas para esse profissional realizar seu ofício. De acordo com o Código de Ética, em seu Capítulo 1, dos princípios fundamentais, Artigo 1º, parágrafo 4º, um dos deveres fundamentais do intérprete é

  • A negociar conteúdos com o professor e revelar suas dúvidas às questões de sala de aula. Cabe ao intérprete realizar as tarefas escolares do surdo para que o conhecimento seja construído.
  • B tomar a responsabilidade pelo aluno surdo, uma vez que o sucesso ou insucesso desse aluno é atribuição do intérprete.
  • C pedir orientações ao diretor escolar e às famílias, quando o aluno surdo não compreender alguma questão específica de sala de aula.
  • D proporcionar ao surdo um entendimento igualitário ou superior em relação aos ouvintes sobre o assunto que o professor explanar em classe.
  • E reconhecer seu próprio nível de competência e ser prudente em aceitar tarefas, procurando assistência de outros intérpretes e/ou profissionais, quando necessário, especialmente em palestras técnicas.

O capítulo 2 do Código de Ética do Intérprete de Libras, que trata da relação com o contratante do serviço, prevê que

  • A acordos em níveis profissionais com o intérprete devem ter remuneração de acordo com a empresa que contrata sem negociação.
  • B o intérprete deve ser autônomo em decidir o valor de sua remuneração de acordo com o tipo de atuação profissional na esfera federal, quando concursado.
  • C o intérprete deve esforçar-se para reconhecer os vários tipos de assistência ao surdo. Em atendimentos privados, o surdo vunerável economicamente, pode solicitar serviço de qualquer intérprete de Libras de forma gratuita e deve ser atendido por esse profissional na empresa solicitante.
  • D o intérprete deve ser remunerado por serviços prestados e se dispor a providenciar serviços de interpretação, em situações onde fundos não são possíveis.
  • E acordos em níveis profissionais devem ter remuneração tendo como base a tabela do Instituto Nacional da Educação de Surdos – INES.