Durante uma sessão ordinária em determinada Câmara Municipal, uma equipe de tradutores e intérpretes de Libras/língua portuguesa atua para garantir a acessibilidade comunicativa do evento. Durante o debate, os intérpretes precisam ajustar continuamente suas escolhas tradutórias conforme o tom dos discursos, o contexto político e as interações entre os vereadores e a população presente. Esse cenário ilustra o que os estudos da tradução em Libras consideram como a aplicação de uma perspectiva dialógica, que reconhece a necessidade de adaptação dinâmica e interativa na construção de significados. Sobre a perspectiva dialógica no contexto da tradução e interpretação da língua de sinais, conforme o caso hipotético apresentado, é INCORRETO afirmar que a perspectiva dialógica:
- A Propõe que a tradução seja totalmente literal para garantir a fidelidade ao discurso.
- B Permite que o intérprete interaja de forma dinâmica com as necessidades do público.
- C Sugere que o intérprete atue como coautor, participando da construção dos sentidos.
- D Considera que a tradução é uma prática social que demanda flexibilidade interacional.
- E Reconhece que a interpretação envolve adaptações contextuais no processo tradutório.