Então, o que se lê na materialidade do espaço construído chinês é o gigantismo negocial da máquina urbana de crescimento chinesa, porque assim exigem os imperativos de uma acumulação puxada por megainvestimentos em infraestrutura (Otília Arantes – CULT nº 167/abril-2012, p.46).
Segundo a opinião de Otília Arantes, há, na China,
- A uma concepção hiperbólica de crescimento.
- B uma otimização sustentável do espaço construído.
- C um comedimento nos processos de urbanização.
- D uma curva ilusória de crescimento.
- E uma simbiose entre crescimento e sustentabilidade.