Prova do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis - 11ª Região (SC) Contador - Prova Ibest (2025) - Questões Comentadas

Limpar Busca

No texto, o autor

  • A associa a evolução do idioma brasileiro ao processo de independência política do país.
  • B explica o motivo por que muitos brasileiros não dominam gramática.
  • C contrapõe-se à descrição gramatical baseada no que se encontra em textos literários.
  • D questiona a adoção do termo “português” para designar o idioma hoje falado no Brasil.
  • E reclama da dificuldade de excluir a gramática dos currículos escolares.

Depreende-se das ideias veiculadas no texto que a diferença estabelecida entre as expressões ‘o português no Brasil’ (linha 3) e ‘português do Brasil’ (linha 8) se baseia nas noções de

  • A definição e indefinição.
  • B localização e pertencimento.
  • C inércia e evolução.
  • D patriotismo e globalização.
  • E origem e destino.

No trecho “A partir dos anos 80 do século XX, suprime-se a preposição ‘do’” (linhas 8-9), o “se” funciona como

  • A pronome apassivador.
  • B índice de indeterminação do sujeito.
  • C parte integrante do verbo.
  • D pronome reflexivo.
  • E partícula de realce.

Em comparação às outras denominações dadas à língua falada no Brasil segundo o primeiro parágrafo do texto, entende-se que a expressão ‘português brasileiro’ (linha 10) distingue-se pelo emprego de ‘brasileiro’ como

  • A advérbio de lugar.
  • B advérbio de modo.
  • C adjetivo pátrio composto.
  • D adjetivo gentílico simples.
  • E substantivo próprio.

O verbo “digam” (linha 19) está flexionado na terceira pessoa do plural porque seu sujeito é

  • A “os milhões de habitantes que o Brasil tem hoje” (linhas 14 e 15).
  • B “As línguas naturais” (linha 17).
  • C composto pelos termos “indivíduos” (linha 18) e “participantes” (linha 19).
  • D classificado como indeterminado.
  • E “os quinhentos mil visitantes anuais do Museu da Língua Portuguesa” (linhas 19 - 21).