Questões de Ciência Política

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A expressão política do Estado é

  • A o poder público.
  • B a administração direta,
  • C a legislação.
  • D a autoridade delegada.
  • E o Governo.
A regularização fundiária
  • A é importante aos territórios quilombolas por lhes garantir o acesso à terra.
  • B é importante aos territórios quilombolas por lhes garantir a permanência na terra e a reprodução de suas práticas culturais.
  • C representa a possibilidade de sobrevivência de grupos quilombolas.
  • D implica transformação no modo de vida de grupos quilombolas.
Nos anos 1970, o Pará foi aporta de entrada de políticas públicas de colonização agrária orientada pelos governos militares. Uma política pública de grande importância para a ocupação de terras na Amazônia foi a de abertura de rodovias.
Duas delas são particularmente importantes: A BR 316 e a
Transamazônica, sobre as quais é correto afirmar o seguinte:
  • A são exemplos de um projeto de colonização agrária que não considerou a existência de povos tradicionais, trazendo consequências danosas às populações tradicionais e ao meio ambiente.
  • B o desenvolvimento da Região Norte foi impedido com a construção dessas duas rodovias, e não houve qualquer interferência no modo de vida das populações tradicionais.
  • C as duas rodovias significaram a integração do território paraense ao Mato Grosso, a Goiás e ao Maranhão.
  • D antes da construção dessas duas rodovias, a fronteira territorial do Pará era ocupada pelo plantio sazonal de mandioca e pela criação de gado.

A estruturação do Estado “de bem-estar”, após a Segunda Guerra Mundial, priorizou:

  • A as políticas de serviços essenciais e de gestão macroeconômica.
  • B as políticas de redistribuição e de gestão macroeconômica.
  • C as políticas de serviços e de gestão de pequenos negócios.
  • D as políticas de redistribuição e de gestão de pequenos negócios.
  • E as políticas de serviços e de gestão macroeconômica.

Leia abaixo parte do discurso de Benjamim Constant no Parlamento francês no século XIX:
“(...)não podemos mais gozar a liberdade dos antigos, que era composta pela participação ativa e constante no poder coletivo. A nossa liberdade, deve ser composta pelo gozo pacífico da independência privada. A parte que na antiguidade cada um tomava à soberania nacional não era, como nos nossos dias, uma suposição abstrata. A vontade de cada um tinha uma influência real: o exercício desta vontade era um prazer vivo e repetido. Em consequência, os antigos estavam dispostos a fazer muitos sacrifícios pela conservação de seus direitos políticos e de sua parte na administração do Estado. (...). Esta recompensa não existe mais para nós. Perdido na multidão, o indivíduo não percebe quase nunca a influência que ele exerce. Jamais sua vontade se imprime sobre o conjunto, nada dá a ver aos seus próprios olhos a sua cooperação. O exercício dos direitos políticos não nos oferece, portanto, mais que uma parte dos benefícios que os antigos encontravam nele, e ao mesmo tempo o progresso da civilização, a tendência comercial da época, a comunicação dos povos entre si, multiplicaram e diversificaram ao infinito os meios para o bem-estar particular”. (Liberdade dos Antigos comparada à liberdade dos modernos, 1819). No discurso, o autor se refere a dois sistemas políticos diferentes, são eles:

  • A a Monarquia associada aos antigos e a Aristocracia associada aos modernos
  • B a República associada aos antigos e o Positivismo associado aos modernos.
  • C a Democracia associada aos antigos e o Liberalismo associado aos modernos.
  • D a Anarquia associada aos antigos e o Estado centralizado associada aos modernos.
  • E o Patriarcado associado aos antigos e o Socialismo utópico associado aos modernos.