Questões de Psicologia e Políticas Públicas de Proteção e Promoção à Saúde (Psicologia)

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O Seguinte artigo :

“ Art. 2º A saúde é um direito fundamental do ser humano, devendo o Estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno exercício.”

Está presente em :

  • A Lei Orgânica de Saúde 8.080/90
  • B Lei nº 10741 de 1 de outubro de 2003 (Estatuto do Idoso)
  • C Lei nº 8069 de 13 de julho de 1990 (ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente)
  • D Lei Orgânica de Saúde 9.090/98
De acordo com a Lei nº 10.216, de 6 de abril de 2001, são direitos da pessoa portadora de transtorno mental: I. Ser tratada com humanidade e respeito e no interesse exclusivo de beneficiar sua saúde, visando alcançar sua recuperação pela inserção na família, no trabalho e na comunidade; II. Ser protegida contra qualquer forma de abuso e exploração; III. Ter garantia de sigilo nas informações prestadas contra terceiros mal-intencionados; IV. Ter direito à presença médica, em qualquer tempo, para esclarecer a necessidade ou não de sua hospitalização involuntária; V. Receber um número de informações restrito a respeito de sua doença e de seu tratamento; Assinale a alternativa CORRETA:
  • A Nenhuma alternativa é verdadeira
  • B Somente duas alternativas são falsas
  • C Somente uma alternativa é falsa
  • D Todas as alternativas são verdadeiras
  • E Somente três alternativas são falsas
A Lei da Reforma Psiquiátrica Italiana, ou Lei Basaglia de 1978, possui como característica:
  • A A centralidade da assistência no hospital psiquiátrico e o tratamento passa a ser a prescrição do isolamento.
  • B A necessidade de colocar a doença na centralidade do processo, para poder tratar e lidar com os sujeitos a partir do foco no sofrimento que enfrentam.
  • C A concepção de que o sujeito, visto em sua totalidade, não requer demandas de trabalho de lazer, de cuidados, de relações e afetos.
  • D A determinação de que sejam extintos serviços e estratégias substitutivas ao modelo manicomial.
  • E O desenvolvimento da noção de trabalho de base territorial, efetivado no cotidiano da vida da cidade, nos bairros, nos locais onde as pessoas vivem, trabalham e se relacionam.
Ao considerar a atuação do Psicólogo no Centro de Referência de Assistência Social, NÃO é correto afirmar que:
  • A Deve estar focada na prevenção de situações de risco pessoal e social e na promoção da vida em locais de baixo IDH.
  • B Prioriza as potencialidades e os aspectos saudáveis presentes nos sujeitos, nas famílias e na comunidade.
  • C Facilita a promoção do desenvolvimento da autonomia dos indivíduos.
  • D Compreender o papel ativo do sujeito e a influência das relações sociais, dos valores e conhecimentos culturais sobre o desenvolvimento humano pode favorecer uma atuação profissional que seja transformadora das desigualdades sociais.
  • E O psicólogo deve colaborar no processo de construção de uma nova ótica da promoção, que fortaleça o assistencialismo, as benesses, e que esteja centrada na caridade e no favor, fortalecendo o paradigma da tutela, das ações dispersas e pontuais.
São considerados obstáculos ao trabalho do psicólogo a serem enfrentados através de olhar ampliado, sob o filtro do apoio matricial na Atenção Básica do SUS:
  • A O número reduzido de equipes de Saúde da Família a serem apoiadas, pois a redução dificulta a compreensão do trabalho do psicólogo e a formação de vínculos entre os profissionais.
  • B A lógica do atendimento individualizado, curativista, descontextualizado e desvinculado de outros saberes.
  • C Manutenção da implicação dos demais profissionais com o cuidado da pessoa em sofrimento mental, o que possibilita que a atenção seja feita pelos diversos profissionais envolvidos.
  • D O baixo número de encaminhamentos equivocados para o profissional da Psicologia, o que gera uma demanda pequena e organizada, fruto da compreensão adequada quanto às possibilidades de trabalho do psicólogo.
  • E O profissional de Psicologia se vê impelido ao compartilhamento de saberes com disciplinas que dialogam de forma enfática e eficiente com necessidades cruciais dos sujeitos em seus contextos de vida, considerando os diversos determinantes do processo saúde-doença.