Questões de Principais Teorias e Autores (Comunicação Social)

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Com relação ao conceito de "espaço de fluxos" proposto por Manuel Castells (2017), assinale a opção correta.

  • A O espaço de fluxos não permeia toda a esfera da experiência humana na sociedade em rede.
  • B Na sociedade em rede, o espaço de fluxos equivale ao espaço de lugares.
  • C Serviços avançados e servicos em geral passam a se concentrar nas grandes metrópoles urbanas e nos países desenvolvidos.
  • D O novo espaço industrial representa o fim das velhas áreas metropolitanas já estabelecidas e o início de novas regiões caracterizadas por alta tecnologia.
  • E A teoria do espaço de fluxos parte da suposição implícita de que as sociedades são organizadas de maneira simétrica em torno de interesses dominantes específicos a cada estrutura social.

Leia as proposições a seguir:

I. Se comparada à oral, a comunicação escrita é mais rápida e espontânea, sendo mais adequada em situações que exigem dinamismo e informalidade;
II. A comunicação não-verbal é caracterizada pelo uso de imagens e símbolos, sendo composta, por exemplo, por gestos, expressões faciais, posturas e tons de voz;
III. As comunicações oral, escrita e não-verbal são interdependentes, sendo que a não-verbal é capaz de influenciar o entendimento das palavras escritas ou faladas;
IV. A comunicação escrita é menos importante no serviço público, pois a maior parte das interações se dá através de diálogos presenciais ou via telefone.

Sobre as comunicações oral, escrita e não-verbal, pode-se afirmar que estão corretas

  • A I e II, apenas.
  • B I e III, apenas.
  • C II e III, apenas.
  • D II e IV, apenas.
  • E I, II, III e IV.

Considerando as teorias do jornalismo, julgue o item seguinte.


A espiral do silêncio indica que as redes sociais na Internet eliminaram o medo da exclusão social ao permitirem a liberdade de manifestação das mais variadas opiniões.

  • Certo
  • Errado

O pensador Stuart Hall (1932-2014), uma referência para a Comunicação Social dentro do campo dos Estudos Culturais, desenvolveu uma teoria da recepção comunicativa baseada no modelo de “codificação-decodificação” das mensagens, que enfatiza a interdependência entre os sistemas de produção de narrativas e de consumo das mesmas: 

“As decodificações que você faz se dão dentro do universo da codificação. Um tenta englobar o outro. À transparência entre o momento da codificação e a decodificação é o que eu chamaria de momento de hegemonia. Ser perfeitamente hegemônico é fazer com que cada significado que você quer comunicar seja compreendido pela audiência somente daquela maneira pretendida. Trata-se de um tipo de sonho de poder - nenhum chuvisco na tela, apenas a audiência totalmente passiva. Ora, o problema para mim é que não creio que a mensagem tenha somente um significado”. 

FONTE: Disponível em: HALL, Stuart. Da diáspora: identidades e mediações culturais. p.366. Belo Horizonte, Editora UFMG, 2003, 

A partir do modelo “codificação-decodificação”, é CORRETO dizer, sobre a hegemonia na comunicação:

  • A Torna-se visível audiência.
  • B Resulta das interferências de ruídos/"chuviscos” na mensagem original.
  • C É o controle absoluto do processo de emissão da mensagem.
  • D É o controle absoluto do processo de recepção da mensagem.
  • E Abrange os eventuais sentidos que podem ganhar uma mensagem comunicativa.

Movimentos de câmera desempenham um papel crucial na construção da linguagem cinematográfica, influenciando diretamente o ritmo, a narrativa e a percepção do espectador. Certas escolhas técnicas podem trazer dinamismo, continuidade ou mesmo rupturas intencionais na cena, dependendo de como são aplicadas. Com base nessa premissa, considere uma sequência em que se utiliza um whip pan (chicote) para conectar dois eventos simultâneos ocorrendo em locais diferentes de uma sala de reunião. O efeito narrativo e estético predominante que essa escolha técnica pretende alcançar é:

  • A Reduzir a tensão da cena ao minimizar a percepção de corte entre os eventos, criando uma conexão estática entre os espaços.
  • B Destacar a desconexão entre os dois eventos, utilizando o movimento rápido como uma quebra intencional na continuidade espacial.
  • C Criar uma sensação de continuidade fluida e reforçar a simultaneidade entre os dois eventos, sem interromper o ritmo da narrativa.
  • D Facilitar a montagem posterior da cena, fornecendo transições técnicas que podem ser substituídas por cortes no processo de edição.
  • E Aumentar a imersão do espectador, ao direcionar o foco exclusivamente para um dos eventos enquanto o outro permanece irrelevante.