Leia o texto a seguir.
Em um hospital público de alta complexidade, o serviço de farmácia identifica aumento de eventos adversos relacionados a medicamentos em pacientes internados, especialmente após transferências entre unidades (UTI–enfermaria) e na alta hospitalar. A análise preliminar revela prescrições divergentes em relação ao histórico farmacoterapêutico prévio, duplicidades terapêuticas e omissões de medicamentos de uso contínuo.
Considerando a organização das atividades da farmácia clínica hospitalar e as estratégias reconhecidas para promoção da segurança do paciente, a intervenção que melhor responde a esse problema é a implementação sistemática de
- A revisão farmacêutica das prescrições médicas, restrita aos medicamentos de alto risco definidos institucionalmente.
- B conciliação medicamentosa nos pontos de transição do cuidado, integrada aos processos assistenciais e documentada no prontuário.
- C auditoria retrospectiva dos eventos adversos, com foco na responsabilização das equipes envolvidas.
- D padronização ampliada do formulário terapêutico, visando reduzir a variabilidade das prescrições médicas.