L.E, 62 anos, sexo feminino, com diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), hipertensa, portadora de diabete tipo 2 há 20 anos, em uso de diurético, hipotensores e hipoglicemiantes orais, esteve internada por 5 dias, com diagnóstico de pneumonia. Por ocasião da alta, a prescrição médica incluía, entre outros itens, antibioticoterapia por via oral, o uso de oxigenoterapia suplementar temporária, com fluxo de 3 L/min., até nova avaliação clínica em 30 dias, fisioterapia respiratória e a solicitação da inclusão da paciente no Programa Melhor em Casa (PMeC). Para isso, foi realizada a avaliação da paciente e a aplicação do Instrumento de Avaliação da Elegibilidade e Complexidade da Atenção Domiciliar (IAEC-AD), obtendo-se 10 pontos. Já no domicílio, com a finalidade de analisar a estrutura da família, sua composição, problemas de saúde, situações de risco e padrões de vulnerabilidade, o enfermeiro da equipe iniciou a elaboração do genograma, registrando no prontuário as seguintes informações:
Ao analisar o genograma apresentado, verifica-se que
- A A.C. e B.E. têm um filho adotado.
- B G.S e B.S. são divorciados.
- C I.S. e E.S. têm um relacionamento harmônico.
- D L.E., R.S., A.S., G.S, B.S. e I.S têm um relacionamento conflituoso.
- E P.E. e L.E. são divorciados desde 2010.