Questão 4 Comentada - Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) - Advogado - VUNESP (2013)

Metrópoles desenvolvidas arcam com parte do custo do transporte público. Fazem-no não só por populismo dos políticos locais mas também para imprimir mais eficiência ao sistema. E, se a discussão se dá em termos de definir o nível ideal de subsídio, a gratuidade deixa de ser um delírio para tornar-se a posição mais extrema num leque de possibilidades.

Sou contra a tarifa zero, porque ela traz uma outra classe de problemas que já foi bem analisada pelo pessoal da teoria dos jogos: se não houver pagamento individual, aumenta a tendência de as pessoas usarem ônibus até para andar de uma esquina a outra, o que é ruim para o sistema e para a saúde.

Para complicar mais, vale lembrar que a discussão surge no contexto de prefeituras com orçamentos apertados e áreas ainda mais prioritárias como educação e saúde para atender.



A ideia central do texto pode ser sintetizada da seguinte forma, em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa:

  • A Daqui à pouco teremos à passagem gratuita
  • B Não existe condições de se implantar a passagem gratuita.
  • C É necessário a implementação da passagem gratuita.
  • D O povo prefere mais passagem paga que gratuita.
  • E A passagem barata é preferível à gratuita.