A professora de um aprendiz com surdez, que frequenta uma sala regular em escola inclusiva e é acompanhado em Atendimento Educacional Especializado (AEE) no contraturno, adota sempre os mesmos mecanismos de avaliação e correção nas provas escritas de língua portuguesa para todos os alunos, aqueles com surdez e aqueles ouvintes, buscando proceder de maneira igual com todos e evitando ação ou omissão que dispense um tratamento discriminatório. Na situação apresentada, a professora demonstra que:
- A Desrespeita as especificidades envolvidas na aprendizagem de uma segunda língua.
- B Resguarda a coerência entre as propostas da educação inclusiva e a sua prática pedagógica.
- C Desabona o preconceito no atendimento às necessidades educacionais especiais dos surdos.
- D Prioriza, na prática avaliativa, os aspectos semânticos da aprendizagem da língua portuguesa.
- E Reconhece as peculiaridades linguísticas evidenciadas no aspecto formal da língua portuguesa.