O significado de “uma cabeça bem cheia" é obvio: é uma cabeça onde o saber é acumulado, empilhado, e não dispõe de um princípio de seleção e organização que lhe dê sentido. “Uma cabeça bem-feita" significa que, em vez de acumular o saber, é mais importante dispor ao mesmo tempo de: uma aptidão geral para colocar e tratar os problemas; princípios organizadores que permitam ligar os saberes e lhes dar sentido.
MORIN, Edgar. A cabeça bem-feita: repensar a reforma, reformar o pensamento. Rio de Janeiro: Bertrand, 2006.
Para formar cabeças “bem-feitas", Morin afirma que é preciso haver uma reforma do pensamento.
Encontramos abaixo orientações para essa reforma, EXCETO na seguinte alternativa:
MORIN, Edgar. A cabeça bem-feita: repensar a reforma, reformar o pensamento. Rio de Janeiro: Bertrand, 2006.
Para formar cabeças “bem-feitas", Morin afirma que é preciso haver uma reforma do pensamento.
Encontramos abaixo orientações para essa reforma, EXCETO na seguinte alternativa:
- A respeitar a diferença, enquanto se reconhece a unicidade, substituindo um pensamento que isola e separa por um que distingue e une.
- B compreender que o conhecimento das partes depende do conhecimento do todo e que o conhecimento do todo depende do conhecimento das partes.
- C reconhecer e examinar os fenômenos como multidimensionais, em vez de isolar, de maneira mutiladora, cada uma de suas dimensões.
- D reconhecer e tratar as realidades como, concomitantemente, solidárias e conflituosas.
- E conduzir os pensamentos por ordem, começando pelos assuntos mais simples e mais fáceis de conhecer, para atingir o conhecimento dos assuntos mais complexos.