Questão 4 Comentada - Petróleo Brasileiro S.A (Petrobras) - Técnico - Contabilidade - CESGRANRIO (2012)

Fábrica de sabores
A maior parte dos sabores que sentimos ao provar alimentos industrializados não vêm de ingredientes de verdade. Gosto de cogumelos, coco ou morango, nesse caso, é resultado de combinações de ácidos, cetonas, aldeídos.
Além das substâncias químicas, extratos naturais também entram na equação para dar sabor e aroma aos alimentos produzidos nas fábricas. Há 3 formas de tudo isso ir parar em um produto. Quando você lê “aroma natural”, quer dizer que ele foi obtido por meio de processos físicos que usam matéria-prima, retiram sua essência e aplicam no alimento. Se está escrito “idêntico ao natural”, foi criado sinteticamente em laboratório para replicar essas moléculas encontradas na natureza. Por último, “artificial” no rótulo significa que os aromistas criaram moléculas que não existem na natureza, a partir das substâncias de laboratório.
As sintéticas são as mais usadas por serem mais baratas. Para se ter uma ideia, é necessário espremer uma tonelada de limões para obter cerca de 3 quilos do óleo essencial usado no “aroma natural”. O processo encarece o produto e, por isso, é menos comum nessa indústria. Ser artificial, porém, não significa que o aroma faz mal à saúde. Antes de enviar as moléculas às fábricas de alimentos, elas passam por testes de toxicologia em instituições independentes. PONTES, Felipe; AFFARO, Victor. Revista Galileu. São Paulo: Globo, out. 2011, p. 74-77. Adaptado


De acordo com o Texto II, produzir um aroma idêntico ao natural consiste na

  • A criação de substância química que imita moléculas presentes na natureza.
  • B extração da substância principal de plantas para obter um produto natural.
  • C manipulação de moléculas a partir de substâncias não encontradas na natureza.
  • D obtenção da essência de certos vegetais por meio de procedimentos naturais.
  • E seleção rigorosa de aromas que não sejam prejudiciais à saúde das pessoas.