O estado de torpor, frequentemente associado a quadros psiquiátricos ou neurológicos, pode ser observado em pacientes com rebaixamento da consciência e alteração psicomotora.
Quanto ao estado de torpor, incluindo sua avaliação e os contextos clínicos em que pode ocorrer, é correto afirmar que ele é
- A uma condição de hiperatividade psicomotora, com agitação extrema e impulsividade, típica de transtornos como o transtorno bipolar em fase maníaca.
- B identificado por uma resposta reduzida aos estímulos externos, lentificação cognitiva e motora, podendo ocorrer em condições como depressão melancólica grave e encefalopatia metabólica.
- C caracterizado por delírios paranoides intensos e alucinações visuais, sendo um marcador específico de esquizofrenia paranoide.
- D avaliado por meio de exames de neuroimagem, que mostram alterações estruturais no lobo temporal, sem relação com sintomas psiquiátricos.
- E uma resposta adaptativa ao estresse agudo, manifestando-se como aumento da atenção seletiva e hiperfoco em situações ameaçadoras.