Uma criança de 10 anos de idade, sexo masculino, com queixa recente de perda de peso, polidipsia, poliúria e polifagia, procura um serviço de emergência de um hospital público. Sua glicemia, no momento da entrada, era de 500 mg/dL. O diagnóstico de diabetes tipo 1 foi estabelecido, o paciente foi internado e, depois de estabilizada a glicemia e controlado o quadro clínico, teve alta com prescrição e recomendações elaboradas pelo serviço de Endocrinologia do hospital, que segue à risca as diretrizes do Ministério da Saúde para o tratamento do diabetes tipo 1.
Tendo por base essa premissa, é corretor afirmar que o tratamento a ser fornecido pelo hospital deve incluir:
- A sensores e leitores para monitorização não invasiva da glicemia, insulinas análogas de ação ultrarrápida e de ação prolongada.
- B insulinas e sistema de bomba de infusão automatizada de insulina.
- C insulina glargina, insulina asparte e agulhas e sensores para monitorização da glicemia capilar.
- D agulhas e sensores para monitorização da glicemia capilar, insulina NPH e insulina regular.
- E apenas insulina NPH e regular e o pacientes deve ser orientado a procurar seus direitos na justiça.