No texto biográfico sobre Niemeyer, a polifonia, isto é, a presença de várias vozes no texto, está evidente:
- A na alternância de emprego do tempo passado e do presente em “Estagiou no escritório de Lúcio Costa...” (linha 9) e “É autor de vários projetos importantes...” (linhas 13-14)
- B no emprego da terceira pessoa em “Oscar Ribeiro de Almeida de Niemeyer Soares Filho, (...) nasceu em 15 de dezembro de 1907...” (linhas 1-3)
- C na menção a outros personagens em “Meu avô Ribeiro de Almeida...” (linhas 16-17), “...Horácio de Carvalho, jornalista e dono do Diário Popular.” (linhas 24-25)
- D na enumeração em “...frequentavam o café Lamas, o bilhar, os cabarés da cidade e as noites do Rio de Janeiro.” (linhas 26-28)
- E no discurso direto em “...Horácio ligou para Niemeyer e disse: ‘A casa é sua’”. (linhas 28-29)