No contexto educacional de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), o desenvolvimento das funções executivas tem sido apontado como um elemento central para a aprendizagem, a autonomia e a participação escolar. Professores do Atendimento Educacional Especializado (AEE) desempenham papel fundamental na mediação de estratégias que favoreçam esses processos no cotidiano escolar. A partir disso e com base nas reflexões apresentadas por Nascimento e Braun (2024), compreende-se que:
- A as funções executivas estão relacionadas exclusivamente a habilidades cognitivas superiores, como raciocínio lógico e cálculo matemático, apresentando pouca relevância para a organização do comportamento escolar
- B no TEA, as dificuldades em funções executivas se manifestam principalmente em contextos clínicos, sendo pouco observáveis nas interações pedagógicas e nas atividades escolares
- C a atuação docente no AEE pode favorecer o desenvolvimento das funções executivas ao propor estratégias intencionais de mediação, organização do ambiente e previsibilidade das rotinas
- D o trabalho com funções executivas no contexto escolar deve ocorrer apenas após o domínio pleno da linguagem oral pelo estudante com TEA