Rovinski, (em Lourenço, Ortiz e Shine, 2021) aborda a questão da linguagem a ser adotada nos laudos psicológicos, particularmente no contexto pericial. Segundo a autora, a linguagem deve seguir as regras de comunicação técnico-científica, mas também de eficácia. Tendo isso em vista, a autora defende que a linguagem adotada nesses documentos deve
- A adotar o padrão culto do idioma, pautando-se por uma linguagem denotativa que utilize um vocabulário universal.
- B trazer metáforas ou linguagem figurada que contribuam para uma compreensão mais profunda do texto.
- C desenvolver uma redação pessoal, na primeira pessoa, a fim de indicar o caráter subjetivo inerente às avaliações psicológicas.
- D evitar trazer dados que foram verbalizados pelo sujeito, a fim de respeitar o pacto de confidencialidade próprio dos atendimentos psicológicos.
- E dispensar o uso de subtítulos, dado que fragmentam a leitura e impedem uma compreensão global do texto apresentado.