Leia atentamente a tirinha abaixo:
Fonte: QUINO. Toda Mafalda. São Paulo: Martins Fontes, 2001
A afirmativa de Manolito, na tirinha acima, revela o sentimento de muitos estudantes público-alvo da educação especial quando estão diante, por exemplo, do processo de aquisição e de consolidação da leitura e da escrita. Estudantes que encontram barreiras de aprendizagem nas áreas da linguagem, independentemente dos diagnósticos possíveis, são desafi os diários para professores das classes comuns nas diferentes disciplinas e níveis de ensino. A necessidade de professores de atendimento educacional especializado alfabetizadores está sendo cada vez mais urgente, visto que, em muitos casos, a defasagem na alfabetização e no letramento dos estudantes da educação especial compromete o sucesso acadêmico desses alunos. Nesse sentido, torna-se necessário que as propostas pedagógicas alfabetizadoras sejam elaboradas e realizadas de maneira articulada tanto aos interesses dos próprios estudantes quanto aos conteúdos e aos temas trabalhados em sala de aula regular, exigindo, portanto, diálogo e parceria contínuos de seus professores da classe comum e professores da educação especial. Uma maneira de realizar o trabalho pedagógico para esse fim seria organizá-lo a partir da seguinte sequência:
- A Ensino Colaborativo; Estudo de Caso; Plano de Atendimento Educacional Especializado; Plano Educacional Individualizado
- B Plano Educacional Individualizado; Estudo de Caso; Plano de Atendimento Educacional Especializado; Ensino Colaborativo
- C Estudo de caso; Plano de Atendimento Educacional Especializado; Plano Educacional Individualizado; Ensino Colaborativo
- D Plano de Atendimento Educacional Especializado; Estudo de Caso; Plano Educacional Individualizado; Ensino Colaborativo