Leia o texto a seguir:
A “guerra paulista” teve um lado voltado para o passado e outro para o futuro. A bandeira da constitucionalização abrigou tanto os que esperavam retroceder às formas oligárquicas de poder como os que pretendiam estabelecer uma democracia liberal no país.
(Boris Fausto, História do Brasil, 2009)
O contexto histórico abordado pelo fragmento, relativo ao que ficou conhecido como Revolução Constitucionalista de 1932, explica-se pelo fato de que esse movimento
- A evidenciou tensões regionais do país, pois São Paulo uniu-se ao Rio Grande do Sul para se contrapor ao Rio de Janeiro.
- B uniu diferentes setores sociais, da cafeicultura à classe média, passando pelos industriais.
- C constituiu-se como parte da luta do operariado paulista, ainda que sob oposição da elite paulista.
- D acabou derrotado militarmente, mas não politicamente, pois houve reconhecida capacidade de resistência dos paulistas.
- E foi caracterizado como uma “revolução” em razão do recuo da elite paulista frente à organização sindical do proletariado.