Questões de Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889 (História)

Limpar Busca

O Segundo Reinado (1840-1889) foi marcado por estabilidade política relativa. Qual alternativa explica corretamente essa característica?

  • A O período imperial eliminou conflitos sociais e regionais, assegurando paz contínua no território.
  • B O Segundo Reinado garantiu uma democracia plena, com participação ampla de todos os cidadãos.
  • C A política do "Parlamentarismo às avessas" contribuiu para conciliar interesses entre monarquia e elites regionais.
  • D Dom Pedro II governou sem qualquer limitação institucional, consolidando o absolutismo monárquico.

Já nos anos de 1850, fazendeiros das áreas cafeeiras – alguns dos mais necessitados de mão de obra – tornaram-se interessados em promover a imigração e em substituir os escravos por imigrantes. As primeiras experiências falharam, e os fazendeiros de café recorreram ao tráfico de escravos interno. Mais tarde, quando as pressões abolicionistas aumentaram e leis contra o tráfico entre províncias foram promulgadas, os fazendeiros das áreas pioneiras buscaram na Itália os trabalhadores de que necessitavam.

(Emília Viotti da Costa. “Da escravidão ao trabalho livre”. In: Da Monarquia à República: momentos decisivos, 1999)

O excerto alude à

  • A baixa produtividade da economia agrícola brasileira devido às crises periódicas no fornecimento da mão de obra.
  • B decadência das áreas de produção agrícola dependentes do tráfico transatlântico de escravizados para o Brasil.
  • C manutenção do trabalho compulsório nas grandes unidades agrícolas brasileiras de economia de exportação.
  • D redução do número de trabalhadores na agricultura brasileira como consequência da mecanização dos processos produtivos.
  • E transformação gradual do mercado de trabalho em um dos setores mais dinâmicos da economia agroexportadora brasileira.

Já nos anos de 1850, fazendeiros das áreas cafeeiras – alguns dos mais necessitados de mão de obra – tornaram-se interessados em promover a imigração e em substituir os escravos por imigrantes. As primeiras experiências falharam, e os fazendeiros de café recorreram ao tráfico de escravos interno. Mais tarde, quando as pressões abolicionistas aumentaram e leis contra o tráfico entre províncias foram promulgadas, os fazendeiros das áreas pioneiras buscaram na Itália os trabalhadores de que necessitavam.
(Emília Viotti da Costa. “Da escravidão ao trabalho livre”. In: Da Monarquia à República: momentos decisivos, 1999)
O excerto alude à

  • A baixa produtividade da economia agrícola brasileira devido às crises periódicas no fornecimento da mão de obra.
  • B transformação gradual do mercado de trabalho em um dos setores mais dinâmicos da economia agroexportadora brasileira.
  • C manutenção do trabalho compulsório nas grandes unidades agrícolas brasileiras de economia de exportação.
  • D decadência das áreas de produção agrícola dependentes do tráfico transatlântico de escravizados para o Brasil.
  • E redução do número de trabalhadores na agricultura brasileira como consequência da mecanização dos processos produtivos.

Já nos anos de 1850, fazendeiros das áreas cafeeiras – alguns dos mais necessitados de mão de obra – tornaram-se interessados em promover a imigração e em substituir os escravos por imigrantes. As primeiras experiências falharam, e os fazendeiros de café recorreram ao tráfico de escravos interno. Mais tarde, quando as pressões abolicionistas aumentaram e leis contra o tráfico entre províncias foram promulgadas, os fazendeiros das áreas pioneiras buscaram na Itália os trabalhadores de que necessitavam.
(Emília Viotti da Costa. “Da escravidão ao trabalho livre”. In: Da Monarquia à República: momentos decisivos, 1999)
O excerto alude à

  • A transformação gradual do mercado de trabalho em um dos setores mais dinâmicos da economia agroexportadora brasileira.
  • B baixa produtividade da economia agrícola brasileira devido às crises periódicas no fornecimento da mão de obra.
  • C manutenção do trabalho compulsório nas grandes unidades agrícolas brasileiras de economia de exportação.
  • D decadência das áreas de produção agrícola dependentes do tráfico transatlântico de escravizados para o Brasil.
  • E redução do número de trabalhadores na agricultura brasileira como consequência da mecanização dos processos produtivos.

Já nos anos de 1850, fazendeiros das áreas cafeeiras – alguns dos mais necessitados de mão de obra – tornaram-se interessados em promover a imigração e em substituir os escravos por imigrantes. As primeiras experiências falharam, e os fazendeiros de café recorreram ao tráfico de escravos interno. Mais tarde, quando as pressões abolicionistas aumentaram e leis contra o tráfico entre províncias foram promulgadas, os fazendeiros das áreas pioneiras buscaram na Itália os trabalhadores de que necessitavam.

(Emília Viotti da Costa. “Da escravidão ao trabalho livre”. In: Da Monarquia à República: momentos decisivos, 1999)

O excerto alude à

  • A manutenção do trabalho compulsório nas grandes unidades agrícolas brasileiras de economia de exportação.
  • B redução do número de trabalhadores na agricultura brasileira como consequência da mecanização dos processos produtivos.
  • C transformação gradual do mercado de trabalho em um dos setores mais dinâmicos da economia agroexportadora brasileira.
  • D decadência das áreas de produção agrícola dependentes do tráfico transatlântico de escravizados para o Brasil.
  • E baixa produtividade da economia agrícola brasileira devido às crises periódicas no fornecimento da mão de obra.