Comício em ato da campanha “O petróleo é nosso”, na Cinelândia, nos anos 50. Em destaque o então presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) José Batista de Oliveira Jr.
“Entre 1946 e 1953, a imprensa teve um papel importante nas discussões, com a participação de jornais e revistas das mais variadas tendências e estilos buscando influir nos rumos da política do petróleo por meio da publicação de editoriais, artigos, reportagens, notícias e entrevistas. No propósito de convencer o leitor a apoiar a causa que defendiam - alguns eram contra e outros a favor do monopólio estatal. (...) Na grande imprensa, os únicos jornais que defenderam o monopólio estatal do petróleo foram: o Diário de Notícias, a Tribuna da Imprensa e a Última Hora. Os demais órgãos da grande imprensa defenderam a abertura do setor petrolífero à iniciativa privada, nacional e estrangeira, uma vez que estavam comprometidos com a defesa do liberalismo econômico ou com grupos financeiros internos e/ou externos, interessados no assunto.”
Trecho do artigo “ ‘O Petróleo é Nosso’: atuação e interesse dos grupos envolvidos na campanha que resultou na fundação da Petrobras”, publicado por Celso Carvalho Jr. Com apoio do de Pesquisa Arqueologia Histórica da UNICAMP
No trecho “Entre 1946 e 1953, a imprensa teve um papel importante nas discussões, com a participação de jornais e revistas das mais variadas tendências e estilos”, do TEXTO 3, a preposição de é marca de:
- A regência verbal.
- B regência nominal
- C concordância verbal.
- D concordância nominal.
- E concordância verbo-nominal