Questão 3 Comentada - Prefeitura de Jaguaruna-2 - Professor Fundamental II Ensino Religioso - Unesc (2025)

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O menino de 140 mil anos que pode ser híbrido mais antigo entre Homo sapiens e neandertais

Uma descoberta revolucionária para a compreensão da evolução da nossa espécie e dos rituais humanos modernos.


É assim que um grupo de cientistas, em um estudo publicado em julho pela revista científica L'Anthropologie, define o crânio de uma criança que viveu 140 mil anos atrás, encontrado há quase um século em uma das cavernas do Monte Carmelo, no noroeste de Israel. O local é considerado o mais antigo cemitério conhecido.


A criança tinha três a cinco anos de idade. Ela teria sido enterrada intencionalmente naquela região do Levante, o corredor biogeográfico onde se misturaram fluxos genéticos de linhagens nativas e outros grupos provenientes da África e da Eurásia, durante o Pleistoceno Médio.


O crânio recebeu o nome de Skhul 1º porque foi o primeiro fóssil encontrado pela arqueóloga britânica Dorothy Garrod (1892-1968) e pelo antropólogo físico americano Theodore McCown (1908-1969), que exploraram a região em 1931.


Segundo esta nova pesquisa, sua morfologia seria a evidência mais antiga conhecida da miscigenação entre o Homo neanderthalensis e o Homo sapiens.


É bem documentado que as duas espécies se misturaram e que nós, seres humanos modernos, temos uma herança genética neandertal entre 1% e 5%. Mas a época em que viveu Skhull 1º faz toda a diferença.


"O que dizemos agora, na verdade, é revolucionário", explica à BBC News Mundo (o serviço em espanhol da BBC) o paleoantropólogo israelense Israël Hershkovitz, professor do Departamento de Anatomia e Antropologia da Universidade de Tel Aviv, em Israel, que liderou a pesquisa.


"Nós demonstramos que o primeiro encontro entre os neandertais e o Homo sapiens não ocorreu há cerca de 50 mil anos, como se imaginava, mas sim pelo menos cerca de 100 mil anos antes, há 140 mil anos, o que é extremamente significativo."


Mas nem todos os cientistas estão de acordo com esta conclusão.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy404ezqlg7o fragmento



Ela teria sido enterrada intencionalmente naquela região do Levante, o corredor biogeográfico onde se misturaram fluxos genéticos de linhagens nativas e outros grupos provenientes da África e da Eurásia, durante o Pleistoceno Médio.
O vocábulo 'biogeográfico' está grafado corretamente sem hífen, assim como os das alternativas a seguir, exceto:

  • A marcapasso e reeleição.
  • B ecossistema e contrarregra.
  • C supraestrutura e ultrassom.
  • D minissaia e paraquedas.
  • E autoescola e mandachuva.

Gabarito comentado da Questão 3 - Prefeitura de Jaguaruna-2 - Professor Fundamental II Ensino Religioso - Unesc (2025)

Conforme o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (2009), em vigor, e as regras do Formulário Ortográfico, a grafia correta do vocábulo é biogeográfico, sem hífen, pois se trata de um composto com o elemento de ligação -o- (bio + geográfico). A questão pede a alternativa em que pelo menos uma das palavras NÃO está grafada corretamente sem hífen. Analisando cada opção: A) marcapasso e reeleição. Ambas estão INCORRETAS pela norma vigente. "Marcapasso" deve ser grafado com hífen (marca-passo)...

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