Na consulta à Carta Brasileira para Cidades Inteligentes, o arquiteto observou que a maioria das recomendações de ação referentes ao objetivo estratégico de “construir meios para compreender e avaliar, de forma contínua e sistêmica, os impactos de transformação digital nas cidades” contempla todos os segmentos de público-chave apresentado na Carta.
Uma recomendação, dentro do mesmo objetivo, que abrange apenas parte desses segmentos é:
- A tecnologias assistivas;
- B avaliação de impactos;
- C monitoramento de ações públicas;
- D integração de campos disciplinares;
- E ciência, tecnologia e inovação para a transformação digital.