Com base na Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008), a escolarização de estudantes com deficiência, transtorno do espectro autista e altas habilidades/superdotação deve ocorrer preferencialmente em escolas regulares, com apoio adequado para sua participação plena no currículo escolar. No entanto, desafios na implementação dessa política exigem soluções estruturadas para garantir práticas inclusivas eficazes.
Atente para a seguinte situação-problema:
João, um estudante com transtorno do espectro autista, iniciou o ensino fundamental em uma escola regular. Apesar de suas habilidades cognitivas avançadas, ele enfrenta dificuldades na interação social e na adaptação às dinâmicas da sala de aula. Os professores demonstram boa intenção em sua inclusão, mas encontram desafios para elaborar estratégias pedagógicas eficazes. Além disso, a escola possui recursos limitados e ainda não estruturou um plano específico para atender às necessidades educacionais de João.
Diante dessa situação-problema, a estratégia adequada para promover a inclusão educacional de João é a escola
- A desenvolver um plano de ensino individualizado que respeite as características dele, aliando metodologias diferenciadas, formação continuada para os professores e apoio infraestrutural para Atendimento Educacional Especializado ‒ AEE.
- B reduzir a carga horária escolar dele, compreendendo que sua participação em atividades coletivas pode ser menor dada a sobrecarga emocional, permitindo que ele tenha um aprendizado mais tranquilo em casa.
- C transferi-lo para uma escola especializada, onde ele poderá ter contato com outros estudantes que possuem características semelhantes, garantindo um ambiente mais adaptado às suas particularidades.
- D solicitar que ele, com apoio da sua família, adapte-se ao modelo pedagógico por ela desenvolvido, sem realizar ajustes curriculares, para promover um ensino uniforme para todos os estudantes, de modo a não comprometer a dinâmica das aulas regulares.