Na prática psicológica envolvendo o cuidado de transtornos psiquiátricos complexos, a articulação entre intervenções farmacológicas e abordagens psicoterapêuticas deve:
- A Concentrar na eficácia dos fármacos como recurso autônomo, atribuindo aos resultados laboratoriais a decisão sobre continuidade ou suspensão do tratamento, independentemente das queixas ou vivências relatadas.
- B Conduzir um acompanhamento multidisciplinar incluindo ajustes periódicos na medicação, além de intervenções psicoeducativas e manejo de possíveis efeitos colaterais, buscando melhora da qualidade de vida.
- C Manter um regime medicamentoso inflexível, sem avaliar o impacto das estratégias psicoterapêuticas, pois qualquer benefício adicional seria irrelevante diante da estabilização biológica.
- D Basear na definição das doses em parâmetros genéricos, dispensando o mapeamento de sintomas, estilos de enfrentamento e necessidades pessoais, pois o foco recai exclusivamente na supressão de sinais agudos.