Questão 2 Comentada - Conselho Regional de Química da 18ª Região do Piauí - Auxiliar Administrativo - Quadrix (2016)

Tudo é Química


Se pensarmos bem, a Química está em quase tudo o que vemos no nosso cotidiano. Diariamente – ou quase diariamente – todos nós usamos produtos de limpeza, cosméticos, cozinhamos. Fazer um bolo é química pura. O fermento, seu modo de funcionamento na hora de fazer crescer a massa, os processos que levam uma mistura de ingredientes secos e molhados a se transformar em um alimento macio, sem gosto de farinha e (se tudo der certo) de sabor agradável, que em nada lembra o gosto da farinha crua.

Mas não é assim que pensamos a Química. Assim como as demais ciências exatas, ela nos é apresentada como algo distante, difícil, um obstáculo a ser vencido, um problema a ser resolvido com paciência e perseverança. Isso só traz prejuízos: o aluno se sente obrigado a1 aprender, o professor se sente desestimulado a2 ensinar e, por fim, o jovem termina o Ensino Médio com a certeza de que as ciências exatas, dentre elas a3 Química, são apenas disciplinas que exigem o treino mecânico, a4 repetição e o cálculo.

As ciências exatas, então, são apresentadas de maneira limitada, como se fossem apenas a representação de átomos, equações e fórmulas escritos em um papel. Quando, na verdade, as ciências exatas são muito, muito mais do que isso. Física, Química e Matemática são maneiras de explicar o mundo. E não há nada que possa ser mais próximo de nós todos do que isso. Vivemos este mundo e ele só é assim porque o homem, por meio dos instrumentos mentais e práticos que possui (como as ciências exatas), transformou-o até chegar a este ponto.

Beatriz Duarte de Alcântara



“Assim como as demais ciências exatas, ela nos é apresentada como algo distante, difícil, um obstáculo a ser vencido, um problema a ser resolvido com paciência e perseverança.”


Sobre o termo destacado, pode-se concluir corretamente que:

  • A é termo integrante da oração, já que não pode ser retirado sem prejuízo para o sentido; funciona como complemento do verbo.
  • B é termo integrante da oração, já que foi utilizado apenas para acrescentar informações supérfluas; funciona como agente da passiva.
  • C é termo acessório da oração e adiciona circunstância de modo; classifica-se como adjunto adverbial.
  • D é termo essencial da oração, já que, no caso de voz passiva, atua como sujeito paciente posposto.
  • E é termo acessório da oração, já que apenas adiciona circunstância de causa; funciona como predicado nominal.