Leia a notícia a seguir:
Dados preliminares do Censo 2022, divulgados em 9 de outubro de 2025, mostram que os maiores rendimentos estão entre homens, pessoas brancas e amarelas e moradores da região Centro-Sul.
Mais de um terço (35,3%) dos trabalhadores no Brasil recebe até um salário mínimo e apenas 7,6% das pessoas ocupadas têm rendimentos superiores a cinco salários mínimos — o equivalente a R$ 6.060, em 2022. A faixa de renda mais comum entre os trabalhadores do país é a de mais de um salário mínimo até dois salários mínimos (R$ 1.212,01 e R$ 2.424, em 2022), que abrange 32,7% da população ocupada. A menor parcela corresponde aos trabalhadores com renda superior a 20 salários mínimos (R$ 24.240 ou mais, em 2022), representando apenas 0,7% do total.
(André Catto, “Mais de um terço dos trabalhadores do país recebe até um salário mínimo, diz IBGE”, G1. Disponível em: https://g1.globo.com/economia/censo/noticia/ 2025/10/09/mais-de-um-terco-dos-trabalhadores-do-paisrecebe-ate-um-salario-minimo-diz-ibge.ghtml. Adaptado)
Analisando os dados apresentados pela notícia, é correto afirmar que
- A o Brasil aparece, em perspectiva internacional, como um dos países com os maiores índices de desigualdade socioeconômica no mundo.
- B os indicadores demonstram aumento na desigualdade socioeconômica no Brasil, considerando a série histórica dos últimos censos populacionais.
- C a renda está concentrada em uma parcela pequena da população, havendo ainda desigualdades raciais e de gênero na remuneração do trabalho.
- D as desigualdades socioeconômicas regionais no Brasil diminuíram, mas resta ainda melhorar os indicadores de algumas áreas do Nordeste.
- E as questões étnicas e de sexo deixaram de ser marcadores socioeconômicos, pois houve uma maior diversidade nesses aspectos nas faixas mais altas de renda.