Um paciente de 68 anos, com histórico de tabagismo e hipertensão arterial, é encaminhado para realização de ultrassonografia Doppler de artérias carótidas devido a um episódio de ataque isquêmico transitório. Durante o exame da artéria carótida interna (ACI) esquerda, observa-se uma placa ateromatosa significativa. Ao utilizar o Doppler pulsado para quantificar a estenose, o examinador precisa ajustar corretamente os parâmetros técnicos para evitar erros diagnósticos, como o aliasing, que ocorre quando a frequência Doppler excede o limite de Nyquist. Qual ajuste técnico é o mais apropriado para corrigir o aliasing e permitir uma medição precisa da velocidade de pico sistólico (VPS)?
- A Deslocar a linha de base (baseline) para uma posição mais baixa, o que diminui o limite de Nyquist e acomoda picos de velocidade mais elevados.
- B Aumentar o ganho do Doppler colorido, pois isso melhora a saturação da cor no local da estenose e estabiliza a medição da velocidade de pico sistólico.
- C Aumentar a Escala ou a Frequência de Repetição de Pulso (PRF - Pulse Repetition Frequency), permitindo a detecção de velocidades mais altas sem gerar ambiguidade no espectro.
- D Diminuir o ângulo de insonação (ângulo Doppler) para um valor próximo a 90 graus, o que maximiza a detecção do fluxo e reduz o aliasing.