Questões comentadas de Concursos para Profissional de Apoio Escolar Edital nº 2

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No texto 1, a expressão “Deus me proteja de mim” revela, em seu cerne, uma reflexão sobre:

  • A o arrependimento mediante situações passadas.
  • B o carecimento de se inspirar em outras pessoas para lidar com conflitos internos.
  • C o medo de estar só e a dependência de uma companhia constante.
  • D a necessidade de confiar absolutamente em forças externas para a melhoria de si.
  • E os conflitos internos do eu e o processo de reconhecimento de que o perigo pode residir no próprio ser.

No texto 1, no verso “Da bondade da pessoa ruim”, existe o uso expressivo de uma figura de linguagem.


Que figura de linguagem é essa:

  • A um paradoxo.
  • B uma metáfora.
  • C uma hipérbole.
  • D uma metonímia.
  • E uma personificação.

No texto 1, na passagem “Perigo é se encontrar perdido / Deixar sem ter sido / Não olhar, não ver”, é possível observar que no verso “Deixar sem ter sido” apresenta uma construção que, tendo em vista a Norma Culta Padrão:

  • A apresenta um problema de concordância verbal, uma vez que o sujeito desinencial é plural
  • B está plenamente correta, já que o verbo “deixar” funciona unicamente como intransitivo.
  • C contém um pleonasmo vicioso entre os verbos “deixar” e “ter sido”.
  • D possui um desvio, pois o verbo “deixar” exige complemento e o verso não possui objeto ou predicativo da oração.
  • E é incorreta por usar a locução verbal no infinitivo (“ter sido”), quando a norma gramatical exigiria o uso do gerúndio (“sendo”).

Em “Deus me governe e guarde, ilumine e zele assim”, a vírgula indica:

  • A a marca de vocativo.
  • B o isolamento de um aposto explicativo.
  • C enumeração de orações subordinadas adjetivas.
  • D uma pausa obrigatória prevista quando há uso de verbos no imperativo.
  • E a separação de orações coordenadas com elipse do sujeito.

No texto 2, o poema de Gilka Machado traz, na voz do eu-lírico, uma fala sobre o desejo de ser pássaro.
Por qual motivo parece se dar esse desejo?

  • A Pois o eu-lírico deseja tornar-se completamente indiferente às emoções humanas.
  • B Por conta do eu-lírico trazer a ideia de viver autonomamente, sem ser regida por regras fora do seu desejo.
  • C Porque o eu-lírico acredita que as aves representam a perfeição moral e espiritual que o ser humano deve alcançar.
  • D Porque a narradora pretende apenas celebrar a beleza da paisagem e o encanto natural das aves, sem outras implicações.
  • E Pela necessidade do eu-lírico de relacionar e ver semelhança entre a liberdade dos humanos e a liberdade dos pássaros.