Questões de República Oligárquica - 1889 a 1930 (História)

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O poder político é medido através da quantidade de votos de que dispõe um chefe local ou regional, no momento das eleições. Procurando manter ou expandir a força dos coronéis, os cabos-eleitorais são elementos de ligação indispensáveis entre o coronel e a massa dos votantes. A estrutura, grosso modo, apresenta-se hierarquizada em três níveis: os coronéis; abaixo deles os cabos-eleitorais; e, na base da estratificação política, os eleitores.
(Maria Isaura Pereira de Queiroz. “O coronelismo numa interpretação sociológica”. In: Boris Fausto (org.) História Geral da Civilização Brasileira: O Brasil Republicano: estrutura de poder e economia (1889 – 1930), 1975)
O excerto refere-se à política da Primeira República Brasileira (1889 – 1930) e

  • A à inexistência de atividades político-eleitorais nos municípios e ao controle das decisões governamentais pelos habitantes alfabetizados dos grandes centros urbanos.
  • B aos desdobramentos da instituição do sufrágio universal masculino e aos mecanismos oligárquicos de controle político.
  • C à garantia da liberdade de expressão política do eleitorado e à instituição do voto secreto masculino nos estados mais importantes da República.
  • D à atribuição às forças militares do poder constitucional de fiscalização das instituições políticas e à imposição do serviço militar obrigatório nas regiões rurais do país.
  • E às suspensões periódicas dos calendários eleitorais previstos pela Constituição e aos direitos políticos da população analfabeta do país.

Fizeram-se poucas concessões à classe operária durante à República Velha. Cumpre notar que a famosa declaração de Washington Luís, emitida durante a sua campanha para governador, segundo a qual “a questão operária era um caso de polícia”, pretendia ser uma expressão liberal – a saber, que não se tratava de um problema de segurança nacional, mas apenas de uma tarefa administrativa. Depois das greves desastrosas de 1917 e 1919, causadas pela exportação de gêneros alimentícios básicos para os Aliados, com a consequente elevação dos preços nacionais, poucas leis se promulgaram com a intenção de apaziguar a mão de obra.
(Warren Dean. “A industrialização durante a República Velha”. In: Boris Fausto (org.) História Geral da Civilização Brasileira: O Brasil Republicano Estrutura de Poder e economia (1889-1930), 1975)

Os movimentos operários, durante a Primeira República brasileira, foram marcados pela

  • A falta de consciência social dos líderes anarco-sindicalistas.
  • B formação inicial de uma economia fabril concentrada em poucas regiões do país.
  • C constituição de uma classe operária exclusivamente brasileira.
  • D estatização das indústrias de bens de produção no Brasil.
  • E submissão dos sindicatos operários ao Ministério do Trabalho.

O poder político é medido através da quantidade de votos de que dispõe um chefe local ou regional, no momento das eleições. Procurando manter ou expandir a força dos coronéis, os cabos-eleitorais são elementos de ligação indispensáveis entre o coronel e a massa dos votantes. A estrutura, grosso modo, apresenta-se hierarquizada em três níveis: os coronéis; abaixo deles os cabos-eleitorais; e, na base da estratificação política, os eleitores.
(Maria Isaura Pereira de Queiroz. “O coronelismo numa interpretação sociológica”. In: Boris Fausto (org.) História Geral da Civilização Brasileira: O Brasil Republicano: estrutura de poder e economia (1889 – 1930), 1975)

O excerto refere-se à política da Primeira República Brasileira (1889 – 1930) e

  • A à garantia da liberdade de expressão política do eleitorado e à instituição do voto secreto masculino nos estados mais importantes da República.
  • B às suspensões periódicas dos calendários eleitorais previstos pela Constituição e aos direitos políticos da população analfabeta do país.
  • C à atribuição às forças militares do poder constitucional de fiscalização das instituições políticas e à imposição do serviço militar obrigatório nas regiões rurais do país.
  • D à inexistência de atividades político-eleitorais nos municípios e ao controle das decisões governamentais pelos habitantes alfabetizados dos grandes centros urbanos.
  • E aos desdobramentos da instituição do sufrágio universal masculino e aos mecanismos oligárquicos de controle político.

Fizeram-se poucas concessões à classe operária durante à República Velha. Cumpre notar que a famosa declaração de Washington Luís, emitida durante a sua campanha para governador, segundo a qual “a questão operária era um caso de polícia”, pretendia ser uma expressão liberal – a saber, que não se tratava de um problema de segurança nacional, mas apenas de uma tarefa administrativa. Depois das greves desastrosas de 1917 e 1919, causadas pela exportação de gêneros alimentícios básicos para os Aliados, com a consequente elevação dos preços nacionais, poucas leis se promulgaram com a intenção de apaziguar a mão de obra.
(Warren Dean. “A industrialização durante a República Velha”. In: Boris Fausto (org.) História Geral da Civilização Brasileira: O Brasil Republicano Estrutura de Poder e economia (1889-1930), 1975)
Os movimentos operários, durante a Primeira República brasileira, foram marcados pela

  • A formação inicial de uma economia fabril concentrada em poucas regiões do país.
  • B falta de consciência social dos líderes anarco-sindicalistas.
  • C constituição de uma classe operária exclusivamente brasileira.
  • D estatização das indústrias de bens de produção no Brasil.
  • E submissão dos sindicatos operários ao Ministério do Trabalho.

O poder político é medido através da quantidade de votos de que dispõe um chefe local ou regional, no momento das eleições. Procurando manter ou expandir a força dos coronéis, os cabos-eleitorais são elementos de ligação indispensáveis entre o coronel e a massa dos votantes. A estrutura, grosso modo, apresenta-se hierarquizada em três níveis: os coronéis; abaixo deles os cabos-eleitorais; e, na base da estratificação política, os eleitores.
(Maria Isaura Pereira de Queiroz. “O coronelismo numa interpretação sociológica”. In: Boris Fausto (org.) História Geral da Civilização Brasileira: O Brasil Republicano: estrutura de poder e economia (1889 – 1930), 1975)
O excerto refere-se à política da Primeira República Brasileira (1889 – 1930) e

  • A aos desdobramentos da instituição do sufrágio universal masculino e aos mecanismos oligárquicos de controle político.
  • B à inexistência de atividades político-eleitorais nos municípios e ao controle das decisões governamentais pelos habitantes alfabetizados dos grandes centros urbanos.
  • C à atribuição às forças militares do poder constitucional de fiscalização das instituições políticas e à imposição do serviço militar obrigatório nas regiões rurais do país.
  • D às suspensões periódicas dos calendários eleitorais previstos pela Constituição e aos direitos políticos da população analfabeta do país.
  • E à garantia da liberdade de expressão política do eleitorado e à instituição do voto secreto masculino nos estados mais importantes da República.