Questões de Produção Cartográfica (Engenharia de Agrimensura)

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De acordo com as bases da Semiologia Gráfica, a Cartografia é considerada uma linguagem universal, não convencional e, portanto, monossêmica. Assim, é correto afirmar que, em um sistema monossêmico,
  • A a definição de cada signo procede a sua transcrição de uma linguagem para outra.
  • B a significação sucede à observação e se deduz pela semelhança dos signos.
  • C os signos adotam uma forma variada e indefinida com ambiguidade de interpretação.
  • D a monossemia necessita de um código e seu principal trabalho na “semiologia do gráfico” é a desconsideração de regras lógicas
  • E não se utiliza variáveis visuais com propriedades perceptivas para a representação gráfica.
Considerando que o ser humano possui uma acuidade visual de 0,1mm para feições lineares, qual deve ser a largura mínima de uma rodovia de pista simples para que seja representada em um produto cartográfico analógico em escala 1:100.000, sem a necessidade de utilização de símbolos, e sim com uma representação em escala?
  • A 1m.
  • B 11m.
  • C 100m.
  • D 10m.
  • E 110m.
Recentemente, buscando uma padronização na forma de avaliação de produtos cartográficos integrantes do Sistema Cartográfico Nacional (SCN), o Ministério da Defesa elaborou uma norma específica para tal. Qual das seguintes alternativas apresenta o título dessa normatização?
  • A Especificação Técnica para Produtos de Conjuntos de Dados Geoespaciais (ET-PCDG).
  • B Especificação Técnica para Aquisição de Dados Geoespaciais (ET-ADG).
  • C Especificação Técnica para Representação de Dados Geoespaciais (ET-RDG).
  • D Especificação Técnica para Controle de Qualidade de Dados Geoespaciais (ET-CQDG).
  • E Especificação Técnica para Elaboração de Produtos Cartográficos (ET-EPC).
A acuidade visual é uma referência para a elaboração de produtos cartográficos, pois define a capacidade de diferenciar dois ou mais elementos gráficos. Nesse sentido, a acuidade visual:
  • A define a dimensão mínima dos elementos existentes no espaço para que eles possam ser mapeados em cartas topográficas.
  • B corresponde a 0,001 m e define a qualidade posicional dos objetos presentes em um mapa.
  • C corresponde a 0,0002 m e na escala 1:2000 corresponde a 40 cm.
  • D corresponde a 0,02 m e, na escala 1:2000 corresponde a 40 cm.
  • E corresponde a 0,002 m e na escala 1:2000 corresponde a 40 cm.

O ponto P16 foi coletado com um equipamento GNSS configurado com o mesmo EPSG (European Petroleum Survey Group) dos demais dados de um projeto. Sabendo que os dados já existentes foram adquiridos com escala 1:10000 e com diferentes equipamentos e metodologias, considere os seguintes procedimentos:

1. Deve ser adicionado nos metadados do ponto P16 a informação sobre a escala, em conformidade com a escala dos demais pontos (1:10000), uma vez que o P16 utiliza o mesmo EPSG e é um ponto isolado, ou seja, sem a possibilidade de associação de escala.

2. É necessário verificar o EP do equipamento utilizado para aquisição do P16 e o processo de obtenção da coordenada do ponto para definir a possível escala do P16 e sua compatibilidade de uso com os demais dados existentes.

3. É necessário fazer a transformação geométrica do P16 para SIRGAS, uma vez que o EPSG não é o referencial cartográfico adotado no Brasil.

4. É possível fazer a integração direta do ponto P16 à base de dados, sem adição de metadados, uma vez que o EPSG é o mesmo e, por ser um ponto isolado, não possui escala.

É/São procedimento(s) correto(s) para o uso do ponto P16 com os demais dados do projeto:

  • A 2 apenas.
  • B 3 e 4 apenas.
  • C 1, 2 e 3 apenas.
  • D 1, 2 e 4 apenas.
  • E 1, 3 e 4 apenas.