Questões de Principais doenças endêmicas no Brasil (Biologia)

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O Aedes aegypti é um mosquito escuro, pequeno e delgado, que possui hábitos diurnos e vive dentro ou nas proximidades das habitações humanas. Esse mosquito reproduz-se, em água parada, como lagos, e água contida em garrafas, vasos e pneus velhos jogados, em quintais, entre outros exemplos. Qual das doenças, abaixo, não está relacionada a esse vetor?

  • A Zika.
  • B Dengue.
  • C Malária.
  • D Febre Amarela.
  • E Chikungunya.

“De acordo com Rossato, somente no mês de junho cinco focos de raiva foram abertos no Estado, incluindo os dois de Candelária e mais três em Pelotas. O índice, contudo, ainda está dentro do esperado para a época do ano. É normal esse ligeiro aumento de mordeduras e agressões de morcegos nesta época do ano devido à chegada do frio, afirma”. Trecho extraído da matéria “Descobertos dois focos de raiva em Candelária” de 26/06/2008.
Existem três espécies de morcegos hematófagos no Brasil, e apenas duas no Rio Grande do Sul, Desmodus rotundus e Diaemus youngii (UFRGS, 2020). Assinale a alternativa que contém o nome da família a que essas duas espécies pertencem.

  • A Molossidae.
  • B Noctilionidae.
  • C Phyllostomidae.
  • D Thyropteridae.
  • E Vespertilionidae.

Há alguns anos, houve suspeita de um caso de febre amarela no município de Candelária, mas, após exames, confirmou-se não se tratar da doença. Em outros municípios do Rio Grande do Sul, novos casos são notificados anualmente, mantendo alertas os órgãos de vigilância em saúde. Sobre a febre amarela, assinale a alternativa INCORRETA.

  • A A doença ocorre em países das Américas do Sul e Central e África, sendo causada por um Flavivirus da Família Flaviviridae e inoculada por mosquitos infectados.
  • B Mosquitos dos gêneros Haemagogus, Sabathes e Aedes, especialmente Aedes aegypti, são vetores da doença no ciclo de transmissão selvagem, e Aedes aegypti é o único vetor no ciclo urbano.
  • C Fêmeas adultas de Aedes aegypti podem transmitir febre amarela e outras arboviroses como dengue, Zika e Chikungunya.
  • D No ciclo silvestre, os primatas não humanos são os principais hospedeiros e representam importantes sentinelas, pois ajudam a alertar sobre a circulação do vírus. Dessa forma, a eliminação desses animais não representa uma medida profilática.
  • E Dentre os primatas não humanos da América do Sul, o gênero Alouatta é o mais gravemente afetado pelo vírus da febre amarela.

A pandemia de Covid-19 invadiu todas as mídias, mostrando a evolução e os desdobramentos da epidemia no Brasil e em outros países, com acompanhamentos epidemiológicos, análises e esclarecimentos feitos por cientistas e profissionais da saúde, falando também da produção e do uso de diferentes vacinas e estratégias vacinais e suas diferentes efetividades profiláticas. Muitas dessas informações objetivavam, e ainda objetivam, contribuir para a aquisição de conhecimentos e mudanças comportamentais necessários para o controle da Pandemia.
Explorando informações veiculadas pelos órgãos de comunicação, com base nos conhecimentos científicos atuais, é INCORRETO afirmar:

  • A A imunidade vacinal não é imediata, assim, alguns indivíduos podem desenvolver sintomas da doença após a vacinação, devido à recente contaminação pelo vírus.
  • B O surgimento de novas variantes genéticas do Sars-cov2 é estimulado por pressões vacinais que obrigam os vírus a desenvolver mutações e resistência para sua sobrevivência.
  • C Os testes que evidenciam a contaminação, ao favorecer o tratamento precoce dos indivíduos, podem ser considerados como medidas preventivas que se somam à vacinação.
  • D Vacinas devem conter antígenos ou material genético capaz de estimular a produção de antígenos pelo organismo humano para gerar aumento na capacidade da resposta imune.

Considerando os casos da doença, conforme discriminados na tabela, é possível concluir que

  • A independentemente da existência de comorbidade, a taxa de mortalidade é igual para ambos os grupos.
  • B o grupo com comorbidade apresenta um coeficiente de letalidade maior do que o grupo sem comorbidade.
  • C a prevalência da doença no grupo com comorbidade foi maior que a incidência no grupo sem a comorbidade.
  • D a taxa de morbidade da população em relação a essa doença é igual à taxa de mortalidade da doença.
  • E a incidência da doença nos indivíduos que foram a óbito é mais relevante do que entre os que têm comorbidade.