Questões de Orçamento e Planejamento de Obras Públicas (Auditoria de Obras Públicas)

Limpar Busca

Durante a análise do relatório de medição mensal, observa-se que a execução física atingiu 55% do total previsto e que o desembolso financeiro já alcança 70% do valor contratado.
Segundo o Tribunal de Contas da União (2014), essa situação exige que o engenheiro fiscal:

  • A Solicite à contratada um replanejamento físico-financeiro para análise e aprovação da Administração.
  • B Comunique formalmente à contratada para ajustar o ritmo da obra.
  • C Emita termo aditivo para readequar o prazo contratual de acordo com o avanço físico.
  • D Autorize as medições subsequentes somente quando o percentual físico superar o financeiro.

Na elaboração do orçamento para uma obra pública, um engenheiro precisa avaliar o custo financeiro a ser considerado. Nessa obra, o custo direto somado ao custo indireto totaliza R$ 1.000.000,00. O órgão contratante demora 1 mês para pagar a medição e a taxa de juros é de 1,0% a.m.
Assim, sabendo que, para um dado mês, o centro de gravidade das despesas é o dia 15, a data de fechamento da medição é o dia 30, e aproximando (1+a)b = 1+a*b, o custo financeiro nesse mês é de:

  • A R$ 10.000,00.
  • B R$ 15.000,00.
  • C R$ 17.500,00.
  • D R$ 20.000,00.
  • E R$ 22.500,00.

A tabela a seguir apresenta as atividades planejadas para uma obra, indicando a duração de cada uma e os pré-requisitos necessários em relação às atividades anteriores para que possam ser iniciadas.


Imagem relacionada à questão do Questões Estratégicas


Sabendo-se que a obra terá início no dia 1º de outubro de 2025, e considerando que não haverá atrasos e todas as atividades serão iniciadas assim que possível, o término da obra está previsto para o final de:

  • A agosto/2026.
  • B setembro/2026.
  • C outubro/2026.
  • D novembro/2026.
  • E dezembro/2026.

Durante a execução de uma creche municipal, a equipe de fiscalização identificou divergências entre o avanço físico da obra e os valores apresentados na medição mensal enviada pela contratada. O engenheiro responsável decidiu revisar o cronograma físico-financeiro para identificar o impacto no controle dos recursos públicos. Considerando esse cenário, assinale a alternativa correta.

  • A Priorizar a execução dos serviços com menor custo unitário permite equilibrar o cronograma financeiro, mesmo que o avanço físico da obra não esteja proporcionalmente representado.
  • B Aprovar a medição apresentada sem ajustes garante maior celeridade nos pagamentos, sendo mais eficiente do que revisar periodicamente o cronograma físico-financeiro durante a execução.
  • C Analisar a execução apenas com base no cronograma inicial, independentemente das alterações em campo, é suficiente para garantir a transparência no controle de custos e prazos.
  • D Validar a medição de serviços conforme o avanço físico real e revisar o cronograma físico-financeiro são ações fundamentais para manter o controle de custos e evitar desequilíbrios contratuais.

No projeto de construção de determinado hospital municipal, o contrato celebrado entre a prefeitura e a empresa contratada estabelece um cronograma de execução dividido em quatro fases: a primeira fase se refere à terraplanagem; a segunda à fundação; a terceira à estrutura; e a quarta à finalização da obra. Durante o processo de acompanhamento do cronograma, o analista de controle interno de projetos detecta que a execução da fundação está ocorrendo com um atraso de dez dias, o que poderá impactar diretamente nas fases subsequentes, como a estrutura e a finalização. Diante dessa situação, qual a melhor abordagem que o analista deverá adotar para minimizar os impactos do atraso e garantir o cumprimento do contrato, respeitando as diretrizes da gestão pública e as boas práticas de controle de obras?

  • A Informar à empresa contratada sobre a necessidade de acelerar o trabalho nas fases subsequentes, sugerindo que a execução da estrutura e da finalização sejam realizadas simultaneamente para compensar o atraso.
  • B Solicitar à empresa contratada uma justificativa técnica para o atraso, propondo a reprogramação do cronograma com a inclusão de um prazo adicional de vinte dias para a conclusão da obra, com base nas previsões de custos.
  • C Acordar com a empresa contratada a suspensão de parte das obras até que o prazo de execução da fundação seja regularizado, e reprogramar todo o cronograma de maneira linear, sem considerar as especificidades de cada fase.
  • D Realizar uma auditoria detalhada sobre os motivos do atraso na execução da fundação, avaliando os impactos financeiros e operacionais, e encaminhar um parecer técnico para a Secretaria Municipal de Controle Geral, com recomendações de ajustes no cronograma sem comprometer a qualidade da obra.