Questões de Ontologia e a Natureza do ser (Filosofia)

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Qual é a principal questão que a humanidade busca responder, segundo o texto?

  • A Qual o sentido da vida e como transcender a banalidade.
  • B Como acumular mais bens materiais.
  • C Como alcançar a fama e o reconhecimento social.
  • D Como dominar a natureza e controlar o futuro.

A base ontológico-social da ética se constitui através da sociabilidade, da universalidade, da consciência e da liberdade. Essas são mediações que instituem a diferença do ser social em face aos outros seres da natureza e são postas em movimento através da atividade vital do(da):

  • A escolha
  • B trabalho
  • C valoração
  • D racionalidade

São Boaventura e Santo Tomás de Aquino são dois clássicos da escolástica. Leão XIII falou deles como “due olivae et duo candelabre in domo Dei Lucentia” (duas oliveiras e dois candelabros resplandecentes na casa de Deus).

REALE, Giovanni; ANTISERI, Dario. História da filosofia. 2. Ed. São Paulo: Paulus, 2005. v. 2, p. 261.

São Boaventura diferencia-se de Santo Tomás de Aquino por

  • A não defender a autonomia da natureza perante a sua raiz divina.
  • B defender o fideísmo agostiniano contra o racionalismo aristotélico.
  • C não defender a distinção ontológica entre o ser em si e o ser participado.
  • D defender o panteísmo próprio do pensamento franciscano.

Em Crítica da Razão Pura, Kant analisa a própria faculdade da razão para demonstrar tanto a sua autoridade quanto para delimitar seus limites.
De acordo com a posição de Kant nessa obra, é correto afirmar que

  • A Hume acerta em afirmar que a conexão de causa e efeito não pode ser conhecida pela experiência e que, por isso, o conhecimento científico não é possível.
  • B o juízo 5 + 7 = 12 é um juízo analítico.
  • C o espaço e o tempo são formas subjetivas da sensibilidade humana e, portanto, não são uma realidade independente da mente.
  • D de acordo com a doutrina do idealismo transcendental, as coisas em si mesmas (noumena) dependem, para sua existência, da nossa sensibilidade.

A obra Fenomenologia do Espírito, de Hegel, caracteriza a libertação da autoconsciência em três momentos: estoicismo, ceticismo e consciência infeliz.
A etapa da consciência infeliz é caracterizada como a

  • A separação dualista entre o mutável e o imutável, Deus e o homem, a consciência imanente e a verdade transcendente.
  • B negação do mundo, da percepção, do pensamento e dos valores éticos, ainda que tais negações as conduza à autocontradição.
  • C união do aqui e agora, do universal e do particular, do um e dos muitos, do sujeito e do objeto numa perfeita unidade dialética.
  • D liberdade abstrata da consciência, reconhecida como pensamento e afastada do mundo e das paixões.