Questões de Oncologia (Medicina)

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Segundo a classificação da probabilidade de câncer infantojuvenil, é característica de risco de câncer ou doença grave.

  • A Alteração no paladar.
  • B Massa no corpo com sinais de inflamação.
  • C Palidez palmar ou conjuntival grave.
  • D Aumento de volume em qualquer região do corpo sem sinais de inflamação.
  • E Linfadenopatia dolorosa com evolução < 4 semanas ou com diâmetro < 2,5 cm ou consistência não dura.

Assinale a alternativa CORRETA de acordo com a Classificação Internacional do Câncer na Infância (CICI):

  • A O Grupo IV corresponde aos tipos tumorais: neuroblastoma e ganglioneuroblastoma e outros tumores do sistema nervoso simpático.
  • B O Grupo II corresponde aos tipos tumorais: ependimoma, astrocitoma, tumores neuroectodérmicos primitivos, outros gliomas, outras neoplasias intracranianas e intra-espinhais especificadas e neoplasias intracranianas e intraespinhais não especificadas.
  • C O Grupo III corresponde aos tipos tumorais: Leucemia linfoide, Leucemia não linfocítica aguda, Leucemia mieloide crônica, outras Leucemias especificadas e Leucemias não especificadas.
  • D O Grupo I corresponde aos tipos tumorais: Doença de Hodgkin (DH), Linfomas não-Hodgkin (LNH), Linfoma de Burkitt, Miscelânias de neoplasias linfo-reticulares e Linfomas não especificados.
  • E O Grupo V corresponde aos tipos tumorais: tumor de Wilms, tumor rabdóide e sarcoma de células claras, Carcinoma renal e Tumores renais malignos não especificados.

O câncer infanto-juvenil (abaixo de 19 anos) é considerado raro quando comparado com os tumores do adulto, correspondendo entre 2% e 3% de todos os tumores malignos. Dessa forma, é necessário realizar o estudo dos canceres infanto-juvenis de forma separada aos que afetam adultos. Quanto aos tumores que afetam essa faixa etária, assinale a alternativa CORRETA.

  • A A mortalidade das crianças portadoras de leucemias, linfomas e tumores sólidos, apresentou crescimento significativo a partir de 1960.
  • B Carcinomas e outras neoplasias malignas epiteliais raramente atingem a faixa etária de 0 a 19 anos.
  • C Os tumores mais frequentes, para os casos pediátricos são tumores renais e do Sistema Nervoso Central.
  • D Na população infantil, tanto a prevenção como o diagnóstico precoce são extremamente difíceis.
  • E As taxas de sobrevida não são indicadores mais importantes para o conhecimento do cuidado adequado à criança com câncer.

Os tumores de pulmão podem ser classificados como centrais e periféricos. Os tumores centrais normalmente apresentam hemoptise maciça, tosse persistente e dispneia importante devido à localização íntima com regiões de inervação e vascularização do hilo pulmonar. Os periféricos, portanto, podem apresentar sintomas menos evidentes, mas isso não configura uma regra. É um dos principais tipos histológicos com suas respectivas características:

  • A Carcinoma de grandes células: tumor central, muito agressivo, cursando com metástase precoce, principalmente para linfonodos e sistema nervoso central.
  • B Carcinoma de pequenas células: acomete pessoas mais jovens, normalmente tumores centrais, mais agressivos, fortemente associados ao tabagismo. O diagnóstico costuma ser tardio.
  • C Adenocarcinoma: normalmente tumores periféricos e mais associados a fatores genéticos.
  • D Carcinoma espinocelular: mais prevalentes em homens, normalmente tumores centrais, visíveis à broncoscopia e com associação ao tabagismo.
  • E Carcinoma de células intermediárias: mais prevalentes em homens, normalmente tumores centrais, mais agressivos principalmente para linfonodos e sistema nervoso central.

A maioria das neoplasias na região cervicofacial cursam com linfonodomegalia, muitas vezes como primeiro sinal. Dessa forma, atentar-se aos diagnósticos diferenciais e conhecer as características de linfonodos benignos e potencialmente malignos têm fundamental importância para o correto diagnóstico das lesões, garantindo o melhor prognóstico ao paciente. Nesse sentido e para correta avaliação topográfica das lesões além da face, quando da necessidade de abordagens cirúrgicas, o pescoço é dividido didaticamente em 6 níveis. Sobre a divisão do pescoço é CORRETO afirmar:

  • A O nível I corresponde à região cervical imediatamente abaixo da mandíbula. Seus limites são a borda inferior da mandíbula e os ventres posteriores do músculo digástrico até o osso hioide. É subdividido em Ia (submentoniano) e Ib (glândula submandibular) pelo ventre anterior do músculo digástrico.
  • B O nível IV também é delimitado pela borda posterior do músculo esternocleidomastoideo posteriormente, pela carótida comum medialmente e omo-hióideo inferiormente.
  • C O nível V situa-se na região central do pescoço, entre as carótidas, limitado superiormente pelo osso hioide e inferiormente pela fúrcula esternal.
  • D Os níveis II e VI também chamados de triângulo posterior do pescoço, limitado pela borda posterior do músculo esternocleidomastoideo, borda anterior do músculo trapézio e clavícula.
  • E O nível III os limites do nível III são a base do crânio e o ventre posterior do digástrico superiormente, artéria carótida interna medialmente, borda posterior do músculo esternocleidomastoideo posteriormente e uma linha horizontal na altura da bifurcação das carótidas.