Questões de Hepatologia (Medicina)

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Assinale a alternativa correta em relação às neoplasias hepáticas.

  • A As metástases hepáticas correspondem a neoplasia maligna mais comum do fígado, sendo geralmente múltiplas.
  • B O hepatocarcinoma é a neoplasia maligna mais comum do fígado e está frequentemente associado a esteatose.
  • C O adenoma hepático é a neoplasia benigna mais comum do fígado e usualmente se apresenta como uma lesão hipovascular nos estudos de Ressonância Magnética.
  • D O colangiocarcinoma é a neoplasia maligna mais comum do fígado e está frequentemente associado a hepatopatia crônica.
  • E O hepatoblastoma é o tumor maligno hepático mais frequente entre mulheres jovens usuárias de anticoncepcional oral.

Paciente do sexo feminino de 54 anos, sem comorbidades, faz teste rápido de hepatite C com resultado positivo, apresentando posteriormente carga viral positiva para vírus da hepatite C. A mesma não usa nenhuma medicação de uso contínuo e nega ingestão alcoólica. Durante o estadiamento da doença hepática, exames complementares demonstram ser uma paciente com grau de fibrose F4, com escore de Child de 6 pontos, sem disfunção renal. Neste momento, qual o esquema terapêutico está indicado para esta paciente?

  • A Sofosbuvir + daclatasvir, via oral, por 12 semanas.
  • B Sofosbuvir + daclatasvir, via oral, por 24 semanas.
  • C Sofosbuvir + velpatasvir, via oral, por 12 semanas.
  • D Sofosbuvir + velpatasvir, via oral, por 24 semanas.
  • E Sofosbuvir + ledipasvir, via oral, por 24 semanas.

Paciente masculino, 78 anos, procurou o pronto-socorro com quadro de febre com calafrios, urina escura e dor abdominal, contínua no andar superior, acompanhado de náuseas e vômitos. É hipertenso controlado e tem diabetes tipo 2. Encontra-se lúcido, ictérico, eupneico, taquicárdico, TAX 38,6 °C, PA 150 x 90 mmHg. O exame de tomografia demonstra dilatação das vias biliares intra e extra-hepática, além de imagens hiperecogênicas na vesícula biliar.
O hemograma evidencia 22.340 leucócitos com 12 bastões, Hgb 9,3, PCR 17,63, BT 7,9 BD 6,1, GGT 220, fosfatase alcalina 360, amilase e lipase no limite superior da normalidade.

Diante desse quadro clínico, laboratorial e de imagem, a melhor conduta é:

  • A antibioticoterapia e papilotomia endoscópica imediata.
  • B suporte clínico, antibióticos, e abordagem endoscópica após resolução clínica do quadro.
  • C suporte clínico, antibióticos, cirurgia imediata para colecistectomia e drenagem cirúrgica da via biliar principal.
  • D suporte clínico, antibióticos, colecistostomia percutânea e papilotomia endoscópica precoce em até 24h.
  • E suporte clínico, antibióticos, papilotomia endoscópica precoce em até 24h e colecistectomia após resolução do caso clínico.

Diante de uma paciente com cólica biliar aguda, a base da terapêutica medicamentosa na sala de emergência é

  • A analgésico e/ou antiespasmódico.
  • B antiespasmódico e ciprofloxacin.
  • C amoxicilina associada ao clavulanato.
  • D anti-inflamatório e amoxicilina.
  • E ciprofloxacin e metronidazol.

Na sala de emergência um senhor é admitido com a tríade de Charcot.

Os elementos que compõem esse achado clínico são:

  • A dor e defesa no quadrante superior direito, icterícia e hipotensão arterial.
  • B dor no quadrante superior direito, febre alta com calafrio e icterícia.
  • C dor no quadrante superior direito, confusão mental e icterícia.
  • D febre alta com calafrio, confusão mental e colestase laboratorial.
  • E febre alta com calafrio, icterícia e leucocitose.