Questões de Escola Clássica (Economia)

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Contudo, se a teoria clássica é apenas aplicável ao caso do pleno emprego, torna-se obviamente enganoso aplicá-la aos problemas de desemprego involuntário – supondo-se que tal coisa exista (e quem o negará?). Os teóricos da escola clássica são comparáveis aos geômetras euclidianos em um mundo não euclidiano, os quais, descobrindo que, na realidade, as linhas aparentemente paralelas se encontram com muita frequência, as criticam por não se conservarem retas, como único recurso contra as desastrosas interseções que se produzem. Sendo esta a realidade, não há, de fato, nenhuma outra solução a não ser rejeitar o axioma das paralelas e elaborar uma geometria não euclidiana.

(Keynes, 1996, p. 54.)


A teoria clássica criticada por John Maynard Keynes tem como seus principais autores:

  • A Karl Marx, Émile Durkheim e Max Weber.
  • B Adam Smith, Augusto Comte, Rousseau e Montesquieu.
  • C Adam Smith, David Ricardo, Thomas Robert Malthus e John Stuart Mill.
  • D Euclides de Alexandria, Adam Smith, David Ricardo, Thomas Robert Malthus.

Em períodos anteriores a 1936, os macroeconomistas eram denominados “clássicos” e apresentavam alguns pressupostos que buscavam explicar os eventos econômicos até aquele momento, posteriormente contrapostos por Keynes. Analise os pressupostos abaixo acerca do modelo macroeconômico clássico.
I- Os economistas consideravam os preços e salários da economia perfeitamente rígidos. II- As informações de mercado sobre preços eram imperfeitas, considerando todos os seus participantes. III- A produção era dependente da população, da tecnologia e da formação de capital.
Está correto o que se afirma em

  • A I e II, apenas.
  • B I, apenas.
  • C III, apenas.
  • D II e III, apenas.

No modelo macroeconômico clássico,

  • A os trabalhadores estão sujeitos à ilusão monetária, confundindo aumentos nos seus salários nominais com aumento de salários reais.
  • B a poupança da economia é função crescente do nível da renda nacional.
  • C o valor do produto nacional bruto raramente coincide com o valor necessário para garantir o pleno emprego.
  • D a demanda de trabalho é função direta do salário real.
  • E a demanda de moeda não é função da taxa de juros da economia.

O modelo clássico considera que as forças de mercado conduzem a economia a pleno emprego, onde há o ponto equilíbrio da oferta e demanda por mão de obra. Pode-se dizer que com isso tem-se:

  • A rigidez de preços e flexibilidade dos salários.
  • B flexibilidade de preços e rigidez dos salários.
  • C rigidez de preços e dos salários.
  • D flexibilidade dos preços e dos salários.
A Escola Novo-Clássica é caracterizada pelos modelos
  • A da teoria do investimento (q de Tobin).
  • B dos ciclos econômicos reais.
  • C da síntese neoclássica.
  • D da teoria do consumo.
  • E do custo de menu.