Questões de Comunicações por Satélites (Engenharia de Telecomunicações)

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A banda de frequência na qual ocorre a subida e descida de sinais de satélite é a:

  • A Ku.
  • B LF.
  • C HF.
  • D VHF.
  • E UHF.

Em um sistema de comunicação via satélite, os cálculos são feitos normalmente em dBW. Se um transmissor tem a potência de saída de 100 W, a atenuação devido ao recuo de potência (back-off) é de 2 dB, os filtros causam uma atenuação adicional de 2 dB, a linha de transmissão de interligação até a antena tem 1 dB de atenuação e a antena tem um ganho de 35 dBi, qual a potência efetiva irradiada pela antena (EIRP) em dBW ?

  • A 50 dBW.
  • B 70 dBW.
  • C 80 dBW.
  • D 130 dBW.

Em uma comunicação via satélite utilizando a banda Ku, além da perda por propagação no espaço livre, o sinal transmitido sofre atenuação significativa devido aos seguintes fatores:

  • A absorção pelo vapor d’água não condensado e chuva
  • B cintilação troposférica e chuva
  • C absorção pelo vapor d’água não condensado e rotação de Faraday da polarização linear
  • D cintilação ionosférica e chuva
  • E cintilação ionosférica e cintilação troposférica

Para o cálculo do enlace de descida (downlink) de um satélite transmitindo na banda Ku, com uma largura de faixa do sinal de 10 MHz, utiliza-se o mapa (footprint) de EIRP (em dBW), mostrado na Figura abaixo, no qual está assinalada a localidade da estação terrena.

Além disso, foram obtidos os seguintes dados: perda de propagação no espaço livre = 207 dB; perdas atmosféricas = 6,5 dB; Figura de Mérito da estação terrena (G/T) = 19,4 dB/K; e constante de Boltzmann = 228,6 dBW/Hz/K.


A razão entre a potência do sinal e a potência do ruído, na estação terrena para esse enlace, em dB, é igual a:

  • A 16,5
  • B 17,3
  • C 17,9
  • D 18,5
  • E 19,3

Segundo a Lei Geral das Telecomunicações, serviços de telecomunicações via satélite devem:

  • A utilizar, obrigatoriamente, satélite brasileiro quando este propiciar condições equivalentes ou superiores às de terceiros.
  • B empregar satélites estrangeiros somente quando a contratação for feita com empresa representante constituída segundo as leis brasileiras e com sede e administração no País.
  • C observar os recursos da órbita e espectro designados pela União Internacional das Telecomunicações ao Brasil, não sendo permitido o uso de recursos designados a outros países para emprego no território nacional.
  • D obter autorização especial para operação na banda C, com entrada de pedido na ANATEL com antecedência de, pelo menos, 6 meses, para evitar interferência com os sistemas de transmissão não satelitais.
  • E limitar-se à utilização das bandas C, Ku, Ka, ou superiores, ficando as bandas L e S reservadas para aplicações militares.