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Nenhuma empresa estará imune se bolha da IA estourar, diz chefe do Google à BBC


Em entrevista à BBC, em novembro de 2025, Sundar Pichai, CEO da Alphabet, afirmou que nenhuma empresa ficará imune caso uma eventual bolha da inteligência artificial (IA) estoure. Embora reconheça que o momento atual seja extraordinário em termos de investimentos, ele alerta para um componente de irracionalidade no crescimento acelerado do setor.

As declarações ocorrem em meio a temores no Vale do Silício e em outros centros tecnológicos, causados pela valorização vertiginosa de empresas de IA e pelos bilhões investidos nessa indústria. Pichai reconhece que o Google pode resistir melhor devido ao seu modelo de negócios integrado, mas ressalta que todas as empresas sofrerão impactos.

Ele comparou a situação à exuberância irracional da bolha das empresas, afirmando que ciclos de investimento misturam elementos racionais e irracionais. Apesar dos riscos, acredita que a IA é uma tecnologia profunda e duradoura.

A Alphabet tem investido fortemente no desenvolvimento de superchips, em modelos de IA e em infraestrutura, incluindo cinco bilhões destinados ao Reino Unido, onde pretende ampliar pesquisas e treinar seus sistemas, fortalecendo o país como polo de IA.

Pichai também alertou para a alta demanda energética da IA, que já representa 1,5% do consumo global de eletricidade. Isso levou a empresa a desacelerar metas climáticas, embora mantenha o compromisso de zerar as emissões até 2030.

Por fim, ele destacou que a IA transformará o mercado de trabalho, afetando todas as profissões. Segundo Pichai, as pessoas que aprenderem a utilizar essas ferramentas estarão em melhor posição para enfrentar as mudanças provocadas pela nova tecnologia.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c620p53kny5o.adaptado.



Ele comparou a situação "à exuberância irracional da bolha das empresas", afirmando que ciclos de investimento misturam elementos racionais e irracionais.



Em relação ao sinal indicativo de crase na expressão destacada, é correto afirmar que ela ocorre de maneira:

  • A obrigatória, pela fusão da preposição "a", exigida pelo verbo "comparar", com o artigo definido feminino "a" que acompanha o substantivo "exuberância".
  • B estilística, empregada apenas para dar ênfase expressiva ao substantivo "exuberância", sem relação com regras de regência ou de artigo.
  • C contextual, por se tratar de uma construção de linguagem jornalística, em que a norma culta é relativizada em favor do estilo do texto.
  • D facultativa, pois a presença do artigo definido feminino diante de "exuberância" pode ser suprimida sem prejuízo de sentido, o que tornaria o acento dispensável.
  • E optativa, por se tratar de uma expressão figurada, em que o uso ou não do acento grave dependeria exclusivamente da intenção do autor.